Para todos os efeitos, o metanol agora é um solvente industrial. Nesta sexta-feira (01), a ANP publicou uma resolução que modifica o status do insujmo.
Para todos os efeitos, o metanol agora é um solvente industrial. Foi publicada na edição do Diário Oficial da União desta sexta-feira (01), a Resolução 696/2017 no qual a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mudou a classificação desse insumo. O objetivo da medida foi tornar mais efetiva a fiscalização sobre o destino dado ao metanol no mercado brasileiro dificultando seu desvio para outras finalidades – digamos assim – pouco nobres.
Para todos os efeitos, o metanol agora é um solvente industrial. Foi publicada na edição do Diário Oficial da União desta sexta-feira (01), a Resolução 696/2017 no qual a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mudou a classificação desse insumo. O objetivo da medida foi tornar mais efetiva a fiscalização sobre o destino dado ao metanol no mercado brasileiro dificultando seu desvio para outras finalidades – digamos assim – pouco nobres.
Mais barato que a gasolina ou o etanol hidratado, o metanol vinha sendo adicionado aos combustíveis de forma ilegal. Segundo a ANP, apenas no primeiro semestre desse ano o número de flagrantes da pratica chegou a 48 – no ano passado inteiro haviam sido 60 casos.
Para colocar um fim à essa fraude, a ANP endurecer a fiscalização, em junho passado, um processo de consulta pública para revisar as regras de comercialização.
Biodiesel
O metanol é o segundo insumo mais importante para as usinas de biodiesel. Cada litro do biocombustível é feito misturando cerca de 900 ml de óleos e gorduras com 100 ml de um álcool – tipicamente, o metanol é a primeira dos fabricantes dos fabricantes.
Segundo Anuário Estatístico da ANP, no ano passado as usinas de biodiesel consumiram um total de 381,2 milhões de litros. O mercado para a substância, no entanto, é bem maior uma vez que o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços aponta a entrada de mais de um milhão de toneladas do insumo no país.
Importadores e grandes consumidores do produto agora terão que prestar contas à ANP sobre os volumes que adquirem.
Veja aqui a resolução completa.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Para todos os efeitos, o metanol agora é um solvente industrial. Foi publicada na edição do Diário Oficial da União desta sexta-feira (01), a Resolução 696/2017 no qual a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mudou a classificação desse insumo. O objetivo da medida foi tornar mais efetiva a fiscalização sobre o destino dado ao metanol no mercado brasileiro dificultando seu desvio para outras finalidades – digamos assim – pouco nobres.
Mais barato que a gasolina ou o etanol hidratado, o metanol vinha sendo adicionado aos combustíveis de forma ilegal. Segundo a ANP, apenas no primeiro semestre desse ano o número de flagrantes da pratica chegou a 48 – no ano passado inteiro haviam sido 60 casos.
Para colocar um fim à essa fraude, a ANP endurecer a fiscalização, em junho passado, um processo de consulta pública para revisar as regras de comercialização.
Biodiesel
O metanol é o segundo insumo mais importante para as usinas de biodiesel. Cada litro do biocombustível é feito misturando cerca de 900 ml de óleos e gorduras com 100 ml de um álcool – tipicamente, o metanol é a primeira dos fabricantes dos fabricantes.
Segundo Anuário Estatístico da ANP, no ano passado as usinas de biodiesel consumiram um total de 381,2 milhões de litros. O mercado para a substância, no entanto, é bem maior uma vez que o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços aponta a entrada de mais de um milhão de toneladas do insumo no país.
Importadores e grandes consumidores do produto agora terão que prestar contas à ANP sobre os volumes que adquirem.
Veja aqui a resolução completa.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com