Documento descreve os benefícios gerados pela cadeia do biodiesel e as principais expectativas do setor para o próximo governo
Com menos de dois meses pela frente até o primeiro turno das eleições presidenciais de 2022, a Frente Parlamentar Mista do Biodiesel (FPBio) está se articulando para encaminhar um documento apresentando proposta do setor de biodiesel a todos os candidatos. Além de apresentar o setor e os benefícios que este gera para o país, o texto resume as principais demandas para o próximo governo.
Além da normalização da mistura obrigatória – que se encontra reduzida desde 3º bimestre de 2021 – a partir de janeiro de 2023 e do cumprimento do cronograma que consta da Resolução 16/2018 do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e que prevê a adoção do B15 a partir de março que vem.
O documento também propõe a adoção do B20 em todas as regiões metropolitanas do Brasil e a implementação de um novo cronograma de aumentos da mistura obrigatória que leve do B15 ao o B20 a partir de março de 2028.
Com menos de dois meses pela frente até o primeiro turno das eleições presidenciais de 2022, a Frente Parlamentar Mista do Biodiesel (FPBio) está se articulando para encaminhar um documento apresentando proposta do setor de biodiesel a todos os candidatos. Além de apresentar o setor e os benefícios que este gera para o país, o texto resume as principais demandas para o próximo governo.
Além da normalização da mistura obrigatória – que se encontra reduzida desde 3º bimestre de 2021 – a partir de janeiro de 2023 e do cumprimento do cronograma que consta da Resolução 16/2018 do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e que prevê a adoção do B15 a partir de março que vem.
O documento também propõe a adoção do B20 em todas as regiões metropolitanas do Brasil e a implementação de um novo cronograma de aumentos da mistura obrigatória que leve do B15 ao o B20 a partir de março de 2028.
Agregação de valor
As demandas do setor, contudo, não se encerram no aumento da mistura.
O setor também quer que os candidatos se comprometam com medidas que de favoreçam o aumento do processamento de soja – consequentemente a oferta de óleo – no mercado interno. Eles querem, por exemplo, que futuros acordos comerciais com países importadores de soja prevejam cotas mínimas de importação de farelo e proteínas animais – dessa forma uma parcela maior da soja brasileira teria que passar pela indústria nacional.
Outra frente seria a criação de políticas que favoreçam a expansão do plantio de palma-de-óleo, macaúba e babaçu e o aproveitamento de resíduos como o óleo de cozinha usado e a gordura animal.
Produto nacional
Os parlamentares também cobram a valorização da indústria nacional tanto das matérias-primas usadas na produção de biodiesel quanto do biocombustível em si. Em certo trecho do documento eles cobram que “todo o biodiesel utilizado para atendimento da mistura obrigatória seja proveniente de usinas nacionais”.
Isso representaria uma guinada em relação ao estabelecido na Resolução 14/2020 de do CNPE que autoriza a importação de óleos e gorduras pelas usinas desde o começo deste ano e libera a importação de biodiesel acabado a partir da vidara de 2022 para 2023.
Uma cópia do documento pode ser acessada clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com