Demanda do mercado autorizativo recuou 42,8% em relação ao certame do bimestre anterior
Depois de um leilão particularmente complicado, as rodadas voltadas ao mercado autorizativo – Etapa 2A e Etapa 5A – transcorreram sem maiores sustos. As distribuidoras arremataram 400 m³ de biodiesel no pregão que foi realizado nessa quarta-feira (11). Esse biodiesel será usado por grandes consumidores de diesel em projetos de B20 e B30 durante os próximos meses janeiro e fevereiro.
Depois de um leilão particularmente complicado, as rodadas voltadas ao mercado autorizativo – Etapa 2A e Etapa 5A – transcorreram sem maiores sustos. As distribuidoras arremataram 400 m³ de biodiesel no pregão que foi realizado nessa quarta-feira (11). Esse biodiesel será usado por grandes consumidores de diesel em projetos de B20 e B30 durante os próximos meses janeiro e fevereiro.
Embora este tenha sido o 18º leilão seguido em que o mercado autorizativo fecha com vendas, os volumes movimentados continuam sendo uma nota de rodapé no processo como um todo. No L70, o segmento representou menos de 0,04% do total adquirido para o bimestre.
Desde que o mercado autorizativo começou no L47, em somente seis ocasiões a demanda passou dos mil m³ – o recorde foi no L59 quando as compras beiraram os 8,2 milhares de m³. Do L60 para cá, as vendas parecem ter adquirido consistência.
Oferta
Das 22 usinas que saíram da Etapa 5 do processo com volumes de biodiesel ainda por vender, 8 chegaram a fazer ofertas durante a Etapa 2A. Elas ofertaram ao mercado autorizativo cerca de um terço dos 151,1 milhares de m³ que não chegaram a vender nas etapas regulamentares.
A única vendedora foi a Cesbra. A usina de Volta Redonda (RJ) colocou todos os 7,85 mil m³ que tinha à disposição do mercado. Destes ela vendeu 400 por R$ 3.095,00 o que pode levar a um faturamento pouco maior que R$ 1,24 milhão.
No processo regular, a usina fluminense havia vendido 1,15 mil m³ de biodiesel com um faturamento máximo de R$ 3,7 milhões.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com