
Foi encerrada agora há pouco a 2ª etapa do 36º Leilão de Biodiesel da ANP. As usinas participantes colocaram a venda 64,4% de sua capacidade produtiva. Na ponta do lápis, isso representa 735,2 milhões de litros a disposição das distribuidoras – um crescimento de quase 8% sobre o volume de oferta registrado no leilão anterior.
Essa é a maior oferta do setor nos últimos quatro meses.
Foi encerrada agora há pouco a 2ª etapa do 36º Leilão de Biodiesel da ANP. As usinas participantes colocaram a venda 64,4% de sua capacidade produtiva. Na ponta do lápis, isso representa 735,2 milhões de litros a disposição das distribuidoras – um crescimento de quase 8% sobre o volume de oferta registrado no leilão anterior.
Essa é a maior oferta do setor nos últimos quatro meses. No L34, a oferta de biodiesel das usinas despencou com força recuando para 588,7 milhões de litros de biodiesel. Na época, os usineiros disseram que a baixa oferta foi resultado de preços máximos de referência (PMRs) pouco atraentes. Mas o biodiesel foi vendido por um valor bem abaixo desse máximo.
Mesmo assim a ANP reverteu a trajetória de redução nos PMRs. No L36, o preço médio definido pela agência reguladora para as usinas com Selo Social aumentou 3,5%.
Apesar dessa recomposição, as usinas não se mostraram nada acanhadas em suas ofertas. Ao final do dia preço médio do metro cúbico de biodiesel fechou em R$ 1.913,66, um deságio superior a 21,9%. Bem abaixo, que os valores médios nos leilões 35 e 34.
Destaque para a ADM que colocou 60 milhões de litros a venda por R$ 1.736,50 – o menor valor deste certame. Bunge e Potencial também ofereceram biodiesel abaixo da barreira de R$ 1,80 o litro.
A maior oferta em termos de volume foi, de longe, da Granol que colocou 111 milhões de litros a venda – 80% da capacidade de suas três usinas. Já em termos de ocupação, Bunge, Brejeiro, Minerva e Biocar dividem o topo do ranking com 100% da capacidade posta à venda.
Sinal amarelo
As coisas não parecem bem para a Fertibom. A usina paulista teve a menor oferta do pregão com somente 600 mil litros no mercado. Isso dá 3% da capacidade instalada na usina.
As usinas Barralcool e SPbio colocaram seus preços praticamente no limite estabelecido pela ANP. Em um leilão disputado como este, essa postura é praticamente deixar a usina de fora do leilão.
Veja aqui o resultado completo da etapa 2 do leilão.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Essa é a maior oferta do setor nos últimos quatro meses.
Foi encerrada agora há pouco a 2ª etapa do 36º Leilão de Biodiesel da ANP. As usinas participantes colocaram a venda 64,4% de sua capacidade produtiva. Na ponta do lápis, isso representa 735,2 milhões de litros a disposição das distribuidoras – um crescimento de quase 8% sobre o volume de oferta registrado no leilão anterior.
Essa é a maior oferta do setor nos últimos quatro meses. No L34, a oferta de biodiesel das usinas despencou com força recuando para 588,7 milhões de litros de biodiesel. Na época, os usineiros disseram que a baixa oferta foi resultado de preços máximos de referência (PMRs) pouco atraentes. Mas o biodiesel foi vendido por um valor bem abaixo desse máximo.
Mesmo assim a ANP reverteu a trajetória de redução nos PMRs. No L36, o preço médio definido pela agência reguladora para as usinas com Selo Social aumentou 3,5%.
Apesar dessa recomposição, as usinas não se mostraram nada acanhadas em suas ofertas. Ao final do dia preço médio do metro cúbico de biodiesel fechou em R$ 1.913,66, um deságio superior a 21,9%. Bem abaixo, que os valores médios nos leilões 35 e 34.
Destaque para a ADM que colocou 60 milhões de litros a venda por R$ 1.736,50 – o menor valor deste certame. Bunge e Potencial também ofereceram biodiesel abaixo da barreira de R$ 1,80 o litro.
A maior oferta em termos de volume foi, de longe, da Granol que colocou 111 milhões de litros a venda – 80% da capacidade de suas três usinas. Já em termos de ocupação, Bunge, Brejeiro, Minerva e Biocar dividem o topo do ranking com 100% da capacidade posta à venda.
Sinal amarelo
As coisas não parecem bem para a Fertibom. A usina paulista teve a menor oferta do pregão com somente 600 mil litros no mercado. Isso dá 3% da capacidade instalada na usina.
As usinas Barralcool e SPbio colocaram seus preços praticamente no limite estabelecido pela ANP. Em um leilão disputado como este, essa postura é praticamente deixar a usina de fora do leilão.
Veja aqui o resultado completo da etapa 2 do leilão.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com