Acabaram há pouco as negociações relativas ao mercado autorizativo para o Leilão 55. Dessa vez, foram arrematados parcos 45 metros cúbicos.
Acabam há pouco as negociações relativas ao mercado autorizativo para o 55º Leilão de Biodiesel. Dessa vez, foram arrematados parcos 45 metros cúbicos – um volume aproximadamente de dez vezes menor que o arrematado na etapa autorizativa do L54.
Acabam há pouco as negociações relativas ao mercado autorizativo para o 55º Leilão de Biodiesel. Dessa vez, foram arrematados parcos 45 metros cúbicos – um volume aproximadamente de dez vezes menor que o arrematado na etapa autorizativa do L54.
O certame atraiu poucas empresas. Das 18 usinas que poderiam fazer ofertas na rodada de hoje, apenas cinco se aventuraram: Binatural, Cargill, Granol de Anápolis, Amazonbio e Jataí. Mesmo assim, com apenas uma fração do biodiesel que poderiam. Dos 19,1 milhões que teriam à disposição se considerados os saldos das ofertas feitas por esses fabricantes na Etapa 2 do certame, apenas 4,4 milhões de litros foram postos à venda.
Ainda, a maioria das participantes optou por pedir preços superiores aos recebidos durante as etapas regulamentares do L55. Em média, os fabricantes participantes do Etapa 5A pediram R$ 2.453,41 por cada metro cúbico de biodiesel enquanto o valor médio do biocombustível arrematado para a mistura obrigatória foi de R$ 2.280,22.
Ganhadora
A única vendedora do dia foi a Granol. A usina goiana vai faturar pouco mais de R$ 110 mil pelos 45 m³ negociados. Em média, ela vai levar R$ 2.475,00 por m³.
Esse é um valor cerca de 5,3% maior por m³ recebido no mercado regular.
Redução
O mercado autorizativo parece estar voltando no tempo.
Depois de várias edições sem vendas, o mercado parecia estar finalmente querendo engrenar. No Leilão 53, as vendas chegaram perto de 1,8 milhão de litros.
Já no L54, o volume movimentado recuou para 494 mil litros.
Agora o mercado volta a ficar praticamente em ponto morto.
Fábio Rodrigues - BiodieselBR.com