Vendas de óleo diesel de abril caíram em relação ao mesmo mês do ano passado. A úlitma vez que isso aconteceu foi em 2009.Segundo dados recém-divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) as vendas de diesel no mês de abril quase 1,5% menores em relação ao volume comercializado em abril do ano passado. A última vez em que houve uma queda nas vendas num mês de abril foi em 2009, ano que se encerrou com uma retração de 5% no volume comercializado.
Não quer dizer que 2014 esteja condenado a ser um ano desastroso.
Segundo dados recém-divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) as vendas de diesel no mês de abril foram de 4,86 bilhões de litros. Isso representa uma queda de quase 1,5% em relação ao volume comercializado em abril do ano passado – que foi de 4,93 bilhões de litros. A última vez em que houve uma queda nas vendas num mês de abril foi em 2009, ano que se encerrou com uma retração de 5% no volume comercializado.
Não quer dizer que 2014 esteja condenado a ser um ano desastroso. Abril foi o primeiro mês deste ano que teve vendas menores do que no ano passado, já em 2009 todos os primeiros quatro meses do ano firam piores do que em 2008.
Há alguns outros sinais moderadamente positivos no ar. Depois de enfrentar um mês de março particularmente frustrante, o mercado de diesel deu sinais – ainda que mínimos – de recuperação ao longo do mês de abril. De acordo com dados recém-divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, durante o mês retrasado foram consumidos 4,86 bilhões de litros do derivado de petróleo no Brasil, o que representa uma elevação de 1,5% sobre as vendas de março.
Esse movimento não é coisa das mais comuns no mercado de óleo diesel. Observando o histórico de vendas de diesel dos últimos dez anos, é possível constatar que o consumo de diesel caiu entre esses dois meses em pelo menos sete ocasiões. Em média, as vendas costumam cair 4% de março para abril.
Crescimento fraco
Embora essa nova elevação no crescimento seja bem vinda, ela ainda está longe de salvar a média do ano que, até o momento, tem sido ruim para o mercado de combustíveis. Nos primeiros quatro meses de 2014, as vendas de diesel se expandiram parcos 2,7%. Esse é, de longe, pior resultado para o período desde 2010 – ano em que o crescimento foi de excepcionais 12,4%.
O principal culpado dessa desaceleração foi o mês de março que teve vendas consideradas fracas. Foram 4,78 bilhões de litros, apenas 2,8% acima do registrado em fevereiro.
Tipicamente, as vendas de diesel esfriam entre novembro e janeiro para voltarem a reacelerar a partir de fevereiro. O ponto chave é o mês de março no qual o crescimento costuma ser de dois dígitos – nos últimos 10 anos o salto no consumo mensal foi de, em média, 13,8%.
Esse desvio foi uma das justificativas que as distribuidoras deram para o resultado frustrante do Leilão 36.
Importação
Do volume consumido em abril, 618,9 milhões de litros teve que ser importado o que representa, aproximadamente, 12,7% do total consumido no período. Os gastos chegam a US$ 502,8 milhões.
Convertido em reais, o valor pago pelo litro do diesel importado ficou em R$ 1,813.
Esse resultado significa um crescimento em relação a março quando as importações somaram 579,1 milhões de litros (12,1% do total). Ainda assim, ele é bem melhor que os dois primeiros meses do ano, quando o nível de dependência das importações superou a marca de 20%.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Não quer dizer que 2014 esteja condenado a ser um ano desastroso.
Segundo dados recém-divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) as vendas de diesel no mês de abril foram de 4,86 bilhões de litros. Isso representa uma queda de quase 1,5% em relação ao volume comercializado em abril do ano passado – que foi de 4,93 bilhões de litros. A última vez em que houve uma queda nas vendas num mês de abril foi em 2009, ano que se encerrou com uma retração de 5% no volume comercializado.Não quer dizer que 2014 esteja condenado a ser um ano desastroso. Abril foi o primeiro mês deste ano que teve vendas menores do que no ano passado, já em 2009 todos os primeiros quatro meses do ano firam piores do que em 2008.
Há alguns outros sinais moderadamente positivos no ar. Depois de enfrentar um mês de março particularmente frustrante, o mercado de diesel deu sinais – ainda que mínimos – de recuperação ao longo do mês de abril. De acordo com dados recém-divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, durante o mês retrasado foram consumidos 4,86 bilhões de litros do derivado de petróleo no Brasil, o que representa uma elevação de 1,5% sobre as vendas de março.
Esse movimento não é coisa das mais comuns no mercado de óleo diesel. Observando o histórico de vendas de diesel dos últimos dez anos, é possível constatar que o consumo de diesel caiu entre esses dois meses em pelo menos sete ocasiões. Em média, as vendas costumam cair 4% de março para abril.
Crescimento fraco
Embora essa nova elevação no crescimento seja bem vinda, ela ainda está longe de salvar a média do ano que, até o momento, tem sido ruim para o mercado de combustíveis. Nos primeiros quatro meses de 2014, as vendas de diesel se expandiram parcos 2,7%. Esse é, de longe, pior resultado para o período desde 2010 – ano em que o crescimento foi de excepcionais 12,4%.
O principal culpado dessa desaceleração foi o mês de março que teve vendas consideradas fracas. Foram 4,78 bilhões de litros, apenas 2,8% acima do registrado em fevereiro.
Tipicamente, as vendas de diesel esfriam entre novembro e janeiro para voltarem a reacelerar a partir de fevereiro. O ponto chave é o mês de março no qual o crescimento costuma ser de dois dígitos – nos últimos 10 anos o salto no consumo mensal foi de, em média, 13,8%.
Esse desvio foi uma das justificativas que as distribuidoras deram para o resultado frustrante do Leilão 36.
Importação
Do volume consumido em abril, 618,9 milhões de litros teve que ser importado o que representa, aproximadamente, 12,7% do total consumido no período. Os gastos chegam a US$ 502,8 milhões.
Convertido em reais, o valor pago pelo litro do diesel importado ficou em R$ 1,813.
Esse resultado significa um crescimento em relação a março quando as importações somaram 579,1 milhões de litros (12,1% do total). Ainda assim, ele é bem melhor que os dois primeiros meses do ano, quando o nível de dependência das importações superou a marca de 20%.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com