Não foi como em agosto – quando a queda foi de ordem de magnitude –, mas a importação de diesel caiu bastante em outubro. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, ao longo do mês passado, entrou no país 34,3% menos diesel em relação ao mês anterior.
Não foi como em agosto – quando a queda foi de ordem de magnitude –, mas a importação de diesel caiu bastante em outubro. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, ao longo do mês passado, entrou no país 351 milhões de litros do derivado o que representa uma retração de consideráveis 34,3% em relação ao mês anterior e de impressionantes 61,7% sobre o mesmo período de 2014.
O custo para manter o mercado abastecido foi de US$ 150,2 milhões. Cerca de 37,4% menos que em setembro.
Além do aumento da mistura de biodiesel que desloca parte do volume que, antes, tinha que ser importado, a maior parte dessa redução pode ser explicada pelo próprio desaquecimento da economia brasileira. O país está consumindo menos diesel em 2015 e, até setembro, já tinha acumulado uma queda de 3,8% nas vendas.
Também temos o tão esperado aumento da produção interna do derivado que vinha sendo esperado desde que a Refinaria de Abreu e Lima entrou em operação em dezembro do ano passado. Apesar da inauguração, a quantidade de diesel fabricada internamente se manteve abaixo da registrada no ano passado ao longo de praticamente todo o ano de 2015. A relação só foi de inverter em setembro, quando a produção acumulada superou – em 0,7% – a do mesmo período de 2014.
Queda
Somados todos os fatores, as importações totais caíram pouco mais de 32% entre janeiro e outubro indo de 8,9 para 6,1 bilhões de litros do ano passado para cá.
Além de estarmos importando menos, também estamos pagando muito menos pelo diesel vindo de fora. Em 2015, a conta está em praticamente US$ 3 bilhões. Esse não é um valor desprezível, mas é menos da metade dos US$ 6,9 bilhões que havíamos desembolsado nos 10 primeiros meses de 2014.
O motivo é principalmente a queda nas cotações internacionais do petróleo e, consequentemente, de seus derivados. Há um ano, cada metro cúbico de diesel entrava no país custando, em média, US$ 764,13; no mês passado a cotação estava em US$ 428,17.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Não foi como em agosto – quando a queda foi de ordem de magnitude –, mas a importação de diesel caiu bastante em outubro. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, ao longo do mês passado, entrou no país 351 milhões de litros do derivado o que representa uma retração de consideráveis 34,3% em relação ao mês anterior e de impressionantes 61,7% sobre o mesmo período de 2014.
O custo para manter o mercado abastecido foi de US$ 150,2 milhões. Cerca de 37,4% menos que em setembro.
Além do aumento da mistura de biodiesel que desloca parte do volume que, antes, tinha que ser importado, a maior parte dessa redução pode ser explicada pelo próprio desaquecimento da economia brasileira. O país está consumindo menos diesel em 2015 e, até setembro, já tinha acumulado uma queda de 3,8% nas vendas.
Também temos o tão esperado aumento da produção interna do derivado que vinha sendo esperado desde que a Refinaria de Abreu e Lima entrou em operação em dezembro do ano passado. Apesar da inauguração, a quantidade de diesel fabricada internamente se manteve abaixo da registrada no ano passado ao longo de praticamente todo o ano de 2015. A relação só foi de inverter em setembro, quando a produção acumulada superou – em 0,7% – a do mesmo período de 2014.
Queda
Somados todos os fatores, as importações totais caíram pouco mais de 32% entre janeiro e outubro indo de 8,9 para 6,1 bilhões de litros do ano passado para cá.
Além de estarmos importando menos, também estamos pagando muito menos pelo diesel vindo de fora. Em 2015, a conta está em praticamente US$ 3 bilhões. Esse não é um valor desprezível, mas é menos da metade dos US$ 6,9 bilhões que havíamos desembolsado nos 10 primeiros meses de 2014.
O motivo é principalmente a queda nas cotações internacionais do petróleo e, consequentemente, de seus derivados. Há um ano, cada metro cúbico de diesel entrava no país custando, em média, US$ 764,13; no mês passado a cotação estava em US$ 428,17.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com