Considerados fundamentais para os próximos passos do setor de biodiesel, os testes de motores vão determinar
Demorou, mas os testes de motores que vão atestar a segurança no uso de misturas superiores ao B10 estão indo muito bem obrigado. Segundo BiodieselBR.com apurou junto ao Ministério de Minas e Energia (MME), a informação mais recente é que dos 52 ensaios planejados, 27 estão em andamento e já 4 foram concluídos.
Demorou, mas os testes de motores que vão atestar a segurança no uso de misturas superiores ao B10 estão indo muito bem obrigado. Segundo BiodieselBR.com apurou junto ao Ministério de Minas e Energia (MME), a informação mais recente é que dos 52 ensaios planejados, 27 estão em andamento e já 4 foram concluídos.
Além destes, outros 7 foram cancelados a pedido de suas proponentes. Com isso, apenas 14 ainda não haviam sido oficialmente iniciados. Alguns porque dependem a conclusão de ensaios que já estão em andamento ou porque – em nove casos – terão sua realização confirmada pelas empresas solicitantes.
Embora, dos testes concluídos até agora, nenhum tenha apresentado seus relatórios finais. Os resultados preliminares vêm pintando um cenário favorável a novos aumentos de mistura. “Já temos testes concluídos e os resultados parciais foram todos positivos”, assegurou à BiodieselBR.com uma fonte com conhecimento da questão que garante que a maior preocupação nem chega a ser o B10. “Os testes estão mais direcionados ao B15 e B20. Isso mostra que o problema não é o B10”, assegura garantindo que não devem haver impedimentos para o aumento da mistura em março que vem.
Revisão
Como foi apontado durante a Conferência BiodieselBR 2017, o maior receio dos fabricantes de autopeças e de motores está relacionada aos impactos que podem ser provocados pela oxidação do biodiesel, especialmente em veículos que tendem a ficar parados durante longos períodos de tempo – como, por exemplo, máquinas agrícolas.
O grande objetivo dos testes, nesse caso, não é simplesmente o de aprovar ou reprovar o biodiesel, mas de encontrar alternativas para resolver qualquer problema diagnosticado. Uma das soluções no horizonte é uma atualização da especificação do biodiesel.
De acordo com a regra atual a estabilidade oxidativa do biodiesel puro deve ser de pelo menos 8 horas. Dependendo do resultado dos testes, esse limite pode ser dilatado em breve. Segundo apurado, a ANP já está trabalhando para realizar qualquer ajuste na especificação que se mostre necessário, e que se acredita que será relativamente tranquilo atingir uma convergência.
A próxima reunião para o acompanhamento dos resultados dos testes de motores deverá acontecer apenas em janeiro..
Uma cópia da planilha de acompanhamento dos testes pode ser consultada clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Demorou, mas os testes de motores que vão atestar a segurança no uso de misturas superiores ao B10 estão indo muito bem obrigado. Segundo BiodieselBR.com apurou junto ao Ministério de Minas e Energia (MME), a informação mais recente é que dos 52 ensaios planejados, 27 estão em andamento e já 4 foram concluídos.
Além destes, outros 7 foram cancelados a pedido de suas proponentes. Com isso, apenas 14 ainda não haviam sido oficialmente iniciados. Alguns porque dependem a conclusão de ensaios que já estão em andamento ou porque – em nove casos – terão sua realização confirmada pelas empresas solicitantes.
Embora, dos testes concluídos até agora, nenhum tenha apresentado seus relatórios finais. Os resultados preliminares vêm pintando um cenário favorável a novos aumentos de mistura. “Já temos testes concluídos e os resultados parciais foram todos positivos”, assegurou à BiodieselBR.com uma fonte com conhecimento da questão que garante que a maior preocupação nem chega a ser o B10. “Os testes estão mais direcionados ao B15 e B20. Isso mostra que o problema não é o B10”, assegura garantindo que não devem haver impedimentos para o aumento da mistura em março que vem.
Revisão
Como foi apontado durante a Conferência BiodieselBR 2017, o maior receio dos fabricantes de autopeças e de motores está relacionada aos impactos que podem ser provocados pela oxidação do biodiesel, especialmente em veículos que tendem a ficar parados durante longos períodos de tempo – como, por exemplo, máquinas agrícolas.
O grande objetivo dos testes, nesse caso, não é simplesmente o de aprovar ou reprovar o biodiesel, mas de encontrar alternativas para resolver qualquer problema diagnosticado. Uma das soluções no horizonte é uma atualização da especificação do biodiesel.
De acordo com a regra atual a estabilidade oxidativa do biodiesel puro deve ser de pelo menos 8 horas. Dependendo do resultado dos testes, esse limite pode ser dilatado em breve. Segundo apurado, a ANP já está trabalhando para realizar qualquer ajuste na especificação que se mostre necessário, e que se acredita que será relativamente tranquilo atingir uma convergência.
A próxima reunião para o acompanhamento dos resultados dos testes de motores deverá acontecer apenas em janeiro..
Uma cópia da planilha de acompanhamento dos testes pode ser consultada clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com