Índice de não conformidade do óleo diesel fechou o semestre em 2,97%, o melhor resultado dos últimos quatro semestres
O óleo diesel consumido pelos brasileiros está um poco melhor. É isso o que apontam os dados mais recentes do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) que mostram que índice de não conformidade do combustível fechou o primeiro semestre em 2,97%. Esse foi o terceiro semestre de melhora nos indicadores de qualidade do produto.
Em 2018, o indicador teve seu pior resultado no histórico com 4,36% de não conformidade. A piora nos resultados se seguiu à adoção do B10 em março de 2018.
Embora os números variem bastante entre um mês e outro, a inconformidade se manteve em níveis relativamente elevados até julho de 2019. Em agosto daquele ano, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou a Resolução 798/2019 que atualizou a especificação do biodiesel consumido no país.
O óleo diesel consumido pelos brasileiros está um poco melhor. É isso o que apontam os dados mais recentes do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) que mostram que índice de não conformidade do combustível fechou o primeiro semestre em 2,97%. Esse foi o terceiro semestre de melhora nos indicadores de qualidade do produto.
Em 2018, o indicador teve seu pior resultado no histórico com 4,36% de não conformidade. A piora nos resultados se seguiu à adoção do B10 em março de 2018.
Embora os números variem bastante entre um mês e outro, a inconformidade se manteve em níveis relativamente elevados até julho de 2019. Em agosto daquele ano, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou a Resolução 798/2019 que atualizou a especificação do biodiesel consumido no país.
Desde então, os níveis de qualidade se estabilizaram num patamar mais baixo. Nem mesmo a chegada do B11 em março de 2019 e do B12 em março deste ano tiveram um impacto mais dramático nos resultados.
Melhora em junho
Em junho, o PMQC registrou não conformidade de 2,21%. Esse é o melhor resultado mensal desde dezembro de 2017 quando o indicador ficou cravado em 2%.
Das 2.123 amostras que foram coletadas no último mês, 47 tiveram um ou mais problemas de qualidade. O percentual de adição de biodiesel foi a causa mais comum de reprovação das amostras, respondendo por 59,3%.
No mês passado, o monitoramento chegou a 12 estados brasileiros – um a menos do que maio. Entre janeiro e março, o programa abrangia 19 unidades da federação. Em abril, foram feitas coletas em postos de somente 8 estados.
Nos últimos dois meses houve uma ligeira melhora, embora ainda bem abaixo do patamar anterior.
De janeiro a junho, foram coletadas menos de 11,2 mil amostras de óleo diesel no país todo. A quantidade é bem menor do que a registrada três anos anteriores quando a média semestral de coletas ficou perto de 15,9 mil.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com