A qualidade do óleo diesel consumido pelos brasileiros reverteu a direção em que estava caminhando nos últimos quatro meses e apresentou uma piora em setembro. Os dados oficiais do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) foram divulgados pela ANP.
A qualidade do óleo diesel consumido pelos brasileiros reverteu a direção em que estava caminhando nos últimos quatro meses e apresentou uma piora em setembro. Os dados oficiais do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) foram divulgados pela ANP.
Embora tenha sido considerável, a queda na qualidade não chega a ser catastrófica: de 2,1% no mês de agosto fomos para mais de 2,7% em setembro. O salto de mais de meio ponto percentual ainda nos deixa muito distante dos 6,6% que foram registrados em abril.
No dado anualizado, o índice de não conformidade do óleo diesel consumido no Brasil até o mês de setembro ficou em 3,7%. No mesmo período do ano passado, o indicador estava em 2,1%.
Biodiesel
Ao todo foram coletadas 2.531 amostras de diesel em 19 unidades da federação. Destas, 69 apresentaram algum tipo de não conformidade
O teor de biodiesel segue sendo o pior vilão da qualidade. Problemas relacionados à essa característica foram detectados em pelo menos 61% das amostras reprovadas pelos laboratórios que formam a rede do PMQC.
Um mês antes, o biodiesel representou menos da metade das amostras problemáticas.
Estados
Embora o número de amostras coletadas pareça ter se estabilizado em relação ao mês anterior encerrando a contração percebida a partir de julho, a cobertura do PMQC continua em transição.
Este mês, por exemplo, não constam amostras coletadas na Bahia, mas o Tocantins voltou a ser monitorado depois de um hiato de um mês. E voltou fazendo feio, com 16,7% de não conformidade, os tocantinenses tiveram – de longe – o pior diesel do período.
Já Alagoas que, em agosto, teve a pior performance com 13,3% viu uma melhora considerável e ficou com 0% de não conformidade.
São Paulo segue sendo o estado com maior número de amostras reprovadas. Foram 11 em setembro o que coloca o indicador do estado em 2%, acima dos 1,6% de agosto.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A qualidade do óleo diesel consumido pelos brasileiros reverteu a direção em que estava caminhando nos últimos quatro meses e apresentou uma piora em setembro. Os dados oficiais do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) foram divulgados pela ANP.
Embora tenha sido considerável, a queda na qualidade não chega a ser catastrófica: de 2,1% no mês de agosto fomos para mais de 2,7% em setembro. O salto de mais de meio ponto percentual ainda nos deixa muito distante dos 6,6% que foram registrados em abril.
No dado anualizado, o índice de não conformidade do óleo diesel consumido no Brasil até o mês de setembro ficou em 3,7%. No mesmo período do ano passado, o indicador estava em 2,1%.
Biodiesel
Ao todo foram coletadas 2.531 amostras de diesel em 19 unidades da federação. Destas, 69 apresentaram algum tipo de não conformidade
O teor de biodiesel segue sendo o pior vilão da qualidade. Problemas relacionados à essa característica foram detectados em pelo menos 61% das amostras reprovadas pelos laboratórios que formam a rede do PMQC.
Um mês antes, o biodiesel representou menos da metade das amostras problemáticas.
Estados
Embora o número de amostras coletadas pareça ter se estabilizado em relação ao mês anterior encerrando a contração percebida a partir de julho, a cobertura do PMQC continua em transição.
Este mês, por exemplo, não constam amostras coletadas na Bahia, mas o Tocantins voltou a ser monitorado depois de um hiato de um mês. E voltou fazendo feio, com 16,7% de não conformidade, os tocantinenses tiveram – de longe – o pior diesel do período.
Já Alagoas que, em agosto, teve a pior performance com 13,3% viu uma melhora considerável e ficou com 0% de não conformidade.
São Paulo segue sendo o estado com maior número de amostras reprovadas. Foram 11 em setembro o que coloca o indicador do estado em 2%, acima dos 1,6% de agosto.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com