Piorou mais uma vez. Depois de quase triplicar entre maio e junho, o índice de não conformidade do óleo diesel consumido no Brasil foi a 2,7% em julho. Os dados foram divulgados pela ANP.
Piorou mais uma vez. Depois de quase triplicar entre maio e junho, o índice de não conformidade do óleo diesel consumido no Brasil foi a 2,7% em julho. Os dados foram divulgados pela ANP.
Esse é o pior resultado em 10 meses. Em outubro do ano passado a não conformidade havia ficado em 3,6%, no que pareceu ser a último mês ruim da série que se se seguiu logo depois do último da adoção do B7.
Os números mostram que tivemos um semestre inteiro de bons resultados. De janeiro a maio, o indicador não ultrapassou a marca dos 2% nenhuma vez. Fora isso, em maio, ele ficou abaixo de 1% pela primeira vez desde a implantação do B5 em 2010.
Nos dois últimos meses, no entanto, estamos vendo uma piora considerável na performance do segmento. A responsabilidade por essa queda cabe principalmente à característica teor de biodiesel – das 42 amostras reprovadas pela ANP, 26 tinham problemas com a mistura de biodiesel.
O ponto de fulgor também teve uma piora importante, com 10 amostras reprovadas no mês de julho.
Rede
Mas a notícia mais importante talvez nem seja a qualidade do diesel em si. Depois de meses desfalcada, rede de laboratórios do PMQC ganhou seu primeiro reforço com a contratação da Universidade Federal do Pará que ficará responsável por monitorar os postos nos estados do Pará e do Amapá.
Com isso, sobe para sete o número de unidades federativas onde são coletadas amostras de combustíveis.
No começo de junho, a ANP havia adiantado à BiodieselBR.com que os trabalhos de monitoramento começariam a ser normalizados em cerca de dois meses.
Esse mês foram coletadas 1.526 amostras de diesel, 14% mais do que no mês anterior quando foram só 1.337 amostras. É um alento, mas ainda estamos muito longe do que poderia ser considerado o nível normal – acima das 7 mil coletas mensais.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Piorou mais uma vez. Depois de quase triplicar entre maio e junho, o índice de não conformidade do óleo diesel consumido no Brasil foi a 2,7% em julho. Os dados foram divulgados pela ANP.
Esse é o pior resultado em 10 meses. Em outubro do ano passado a não conformidade havia ficado em 3,6%, no que pareceu ser a último mês ruim da série que se se seguiu logo depois do último da adoção do B7.
Os números mostram que tivemos um semestre inteiro de bons resultados. De janeiro a maio, o indicador não ultrapassou a marca dos 2% nenhuma vez. Fora isso, em maio, ele ficou abaixo de 1% pela primeira vez desde a implantação do B5 em 2010.
Nos dois últimos meses, no entanto, estamos vendo uma piora considerável na performance do segmento. A responsabilidade por essa queda cabe principalmente à característica teor de biodiesel – das 42 amostras reprovadas pela ANP, 26 tinham problemas com a mistura de biodiesel.
O ponto de fulgor também teve uma piora importante, com 10 amostras reprovadas no mês de julho.
Rede
Mas a notícia mais importante talvez nem seja a qualidade do diesel em si. Depois de meses desfalcada, rede de laboratórios do PMQC ganhou seu primeiro reforço com a contratação da Universidade Federal do Pará que ficará responsável por monitorar os postos nos estados do Pará e do Amapá.
Com isso, sobe para sete o número de unidades federativas onde são coletadas amostras de combustíveis.
No começo de junho, a ANP havia adiantado à BiodieselBR.com que os trabalhos de monitoramento começariam a ser normalizados em cerca de dois meses.
Esse mês foram coletadas 1.526 amostras de diesel, 14% mais do que no mês anterior quando foram só 1.337 amostras. É um alento, mas ainda estamos muito longe do que poderia ser considerado o nível normal – acima das 7 mil coletas mensais.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com