Em, no máximo, dois meses, a situação do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) será normalizada. A ANP adiantou à BiodieselBR.com que está finalizando as três concorrências abertas para a contratar os laboratórios que ficarão responsáveis pela análise das amostras de combustíveis coletadas Brasil afora.
Em, no máximo, dois meses, a situação do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) será normalizada. A ANP adiantou à BiodieselBR.com que está finalizando as três concorrências abertas para a contratar os laboratórios que ficarão responsáveis pela análise das amostras de combustíveis coletadas Brasil afora.
A rede está desfalcada há vários meses – desde que os contratos dos laboratórios que, até então, participavam do PMQC começaram a vencer. No Boletim do Monitoramento da Qualidade mais recente a rede se limitava a quatro laboratórios e cobria apenas cinco unidades da federação – Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Tocantins. O número de amostras coletadas mensalmente que, em 2014, atingia a média de 6.930 caiu para cerca de 1.500 nos primeiros quatro meses deste ano.
Isso coloca sob dúvida a melhoria na qualidade do diesel registrada ao longo dos últimos meses. Desde dezembro, o nível de não conformidade do diesel vem se mantendo abaixo dos 2%. Esse é o período mais longo desde a implantação do B5 que a qualidade do diesel se mantem num patamar tão favorável.
Concorrências
Para resolver o problema, a ANP convocou três concorrências – de números 48, 49 e 50 – para reorganizar sua rede de laboratórios.
Segundo a assessoria de imprensa da ANP, as concorrências 48 e 50 já estão encerradas e tiveram seus resultados devidamente homologados. Já a concorrência 49 ainda está sendo finalizada.
Os estados do Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima, Mato Grosso e Piauí não tiveram vencedores. Uma nova licitação será convocada ainda no segundo semestre deste ano.
Os laboratórios vencedores serão contratados por um prazo de 30 meses podendo ser prorrogados por igual período. A ANP espera pagar R$ 21 milhões com as novas contratações até o final desse ano. Outros R$ 6,7 milhões serão pagos aos laboratórios que ainda estão com contratos vigentes.
No ano que vem serão gastos R$ 42,4 milhões com os laboratórios do PMQC.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Em, no máximo, dois meses, a situação do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) será normalizada. A ANP adiantou à BiodieselBR.com que está finalizando as três concorrências abertas para a contratar os laboratórios que ficarão responsáveis pela análise das amostras de combustíveis coletadas Brasil afora.
A rede está desfalcada há vários meses – desde que os contratos dos laboratórios que, até então, participavam do PMQC começaram a vencer. No Boletim do Monitoramento da Qualidade mais recente a rede se limitava a quatro laboratórios e cobria apenas cinco unidades da federação – Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Tocantins. O número de amostras coletadas mensalmente que, em 2014, atingia a média de 6.930 caiu para cerca de 1.500 nos primeiros quatro meses deste ano.
Isso coloca sob dúvida a melhoria na qualidade do diesel registrada ao longo dos últimos meses. Desde dezembro, o nível de não conformidade do diesel vem se mantendo abaixo dos 2%. Esse é o período mais longo desde a implantação do B5 que a qualidade do diesel se mantem num patamar tão favorável.
Concorrências
Para resolver o problema, a ANP convocou três concorrências – de números 48, 49 e 50 – para reorganizar sua rede de laboratórios.
Segundo a assessoria de imprensa da ANP, as concorrências 48 e 50 já estão encerradas e tiveram seus resultados devidamente homologados. Já a concorrência 49 ainda está sendo finalizada.
Os estados do Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima, Mato Grosso e Piauí não tiveram vencedores. Uma nova licitação será convocada ainda no segundo semestre deste ano.
Os laboratórios vencedores serão contratados por um prazo de 30 meses podendo ser prorrogados por igual período. A ANP espera pagar R$ 21 milhões com as novas contratações até o final desse ano. Outros R$ 6,7 milhões serão pagos aos laboratórios que ainda estão com contratos vigentes.
No ano que vem serão gastos R$ 42,4 milhões com os laboratórios do PMQC.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com