Depois de vários meses seguidos de bom desempenho, a qualidade do óleo diesel consumido pelos brasileiros apresentou piora. Segundo dados recém-publicados pelo Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da ANP, o índice de não conformidade do diesel fechou o mês de junho em 2,3%.
Depois de vários meses seguidos de bom desempenho, a qualidade do óleo diesel consumido pelos brasileiros apresentou piora. Segundo dados recém-publicados pelo Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da ANP, o índice de não conformidade do diesel fechou o mês de junho em 2,3%.
O número de amostras reprovadas pela ANP foi de 31, praticamente o triplo em relação ao registrado no mês de maio.
Embora esse tenha sido o pior resultado desde novembro de 2015, o índice em si não chega a ser particularmente alarmante. Os níveis de qualidade do diesel nesses últimos meses é que podem ser considerados atípicos. De dezembro a maio tivemos seis meses seguidos de com índices abaixo dos dois pontos percentuais – o mais longo período desde a introdução do B5 em janeiro de 2010.
Mesmo com essa piora significativa, a média semestral ainda se manteve como a melhor desde a chegado do B5. Foram apenas 1,6% de não conformidade. Um avanço considerável sobre o antigo recorde que pertencia ao segundo semestre de 2011 com seus moderados 2%.
Biodiesel
O teor de biodiesel foi o fator mais importante para o período. Das 31 amostras reprovados, nada menos que 23 – 71,8% – tinham algum problema relacionado à mistura entre biocombustível e combustível fóssil.
Ponto de fulgor, outros e enxofre foram, nessa ordem, as outras características que levaram à reprovação de amostras.
Não foi dessa vez
Ainda não foi dessa vez que o PMQC recebeu seus tão aguardados reforços por meio da recontratação de laboratórios para ampliar a rede responsável pela análise de amostras de combustíveis. Desde o ano passado, o programa está desfalcado.
Segundo o documento publicado pela ANP, foram coletados combustíveis em apenas cinco estados da federação – DF, TO, GO, MG e SP – o que resultou na análise de apenas 1.337 amostras de óleo diesel analisadas. Em 2014 – antes dos problemas começarem –, a média mensal de amostras beirava os 7.000.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Depois de vários meses seguidos de bom desempenho, a qualidade do óleo diesel consumido pelos brasileiros apresentou piora. Segundo dados recém-publicados pelo Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da ANP, o índice de não conformidade do diesel fechou o mês de junho em 2,3%.
O número de amostras reprovadas pela ANP foi de 31, praticamente o triplo em relação ao registrado no mês de maio.
Embora esse tenha sido o pior resultado desde novembro de 2015, o índice em si não chega a ser particularmente alarmante. Os níveis de qualidade do diesel nesses últimos meses é que podem ser considerados atípicos. De dezembro a maio tivemos seis meses seguidos de com índices abaixo dos dois pontos percentuais – o mais longo período desde a introdução do B5 em janeiro de 2010.
Mesmo com essa piora significativa, a média semestral ainda se manteve como a melhor desde a chegado do B5. Foram apenas 1,6% de não conformidade. Um avanço considerável sobre o antigo recorde que pertencia ao segundo semestre de 2011 com seus moderados 2%.
Biodiesel
O teor de biodiesel foi o fator mais importante para o período. Das 31 amostras reprovados, nada menos que 23 – 71,8% – tinham algum problema relacionado à mistura entre biocombustível e combustível fóssil.
Ponto de fulgor, outros e enxofre foram, nessa ordem, as outras características que levaram à reprovação de amostras.
Não foi dessa vez
Ainda não foi dessa vez que o PMQC recebeu seus tão aguardados reforços por meio da recontratação de laboratórios para ampliar a rede responsável pela análise de amostras de combustíveis. Desde o ano passado, o programa está desfalcado.
Segundo o documento publicado pela ANP, foram coletados combustíveis em apenas cinco estados da federação – DF, TO, GO, MG e SP – o que resultou na análise de apenas 1.337 amostras de óleo diesel analisadas. Em 2014 – antes dos problemas começarem –, a média mensal de amostras beirava os 7.000.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com