O nível de qualidade do óleo diesel consumido pelos brasileiros ficou – muito – pior em outubro. Segundo o mais recente Boletim de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis publicado pela ANP o diesel teve o pior desempenho desde 2010.
O nível de qualidade do óleo diesel consumido pelos brasileiros ficou – muito – pior em outubro. Segundo o mais recente Boletim de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis publicado pela ANP, 4,5% das amostras de diesel coletadas no mês passado apresentaram algum tipo de vicio de qualidade.
Esse é o pior resultado desde março de 2010, quando o índice de não conformidade bateu em impressionantes 5,2%. Naquela época, o mercado estava bem no olho do furação provocado pelo impacto da implementação do B5. O aumento do número de problemas relacionados à qualidade do diesel se azedou a relação entre distribuidores e revendedores, de um lado, e os fabricantes.
O clima do setor só melhoraria depois da ANP atualizar a especificação do biodiesel para torná-la mais rígida.
Descente
A piora atual é um processo que já vem se desenrolando há alguns meses.
Os números vêm piorando desde maio quando os índices de qualidade tiveram seu melhor mês desde 2010 com apenas 0,8% de não conformidade. De lá para cá a piora foi contínua e o número de amostras reprovadas já se multiplicou por cinco – de 11 em maio para 59 em outubro.
Ao todo foram coletadas 1.301 amostras em 12 estados brasileiros. No mês passado, as coletas estavam restritas à 9 unidades da federação. Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Sergipe voltaram à ser monitorados, já Minas Gerais não aparece na lista. Isso indica que, mesmo aos trancos, a situação do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) vem sendo normalizada.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O nível de qualidade do óleo diesel consumido pelos brasileiros ficou – muito – pior em outubro. Segundo o mais recente Boletim de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis publicado pela ANP, 4,5% das amostras de diesel coletadas no mês passado apresentaram algum tipo de vicio de qualidade.
Esse é o pior resultado desde março de 2010, quando o índice de não conformidade bateu em impressionantes 5,2%. Naquela época, o mercado estava bem no olho do furação provocado pelo impacto da implementação do B5. O aumento do número de problemas relacionados à qualidade do diesel se azedou a relação entre distribuidores e revendedores, de um lado, e os fabricantes.
O clima do setor só melhoraria depois da ANP atualizar a especificação do biodiesel para torná-la mais rígida.
Descente
A piora atual é um processo que já vem se desenrolando há alguns meses.
Os números vêm piorando desde maio quando os índices de qualidade tiveram seu melhor mês desde 2010 com apenas 0,8% de não conformidade. De lá para cá a piora foi contínua e o número de amostras reprovadas já se multiplicou por cinco – de 11 em maio para 59 em outubro.
Ao todo foram coletadas 1.301 amostras em 12 estados brasileiros. No mês passado, as coletas estavam restritas à 9 unidades da federação. Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Sergipe voltaram à ser monitorados, já Minas Gerais não aparece na lista. Isso indica que, mesmo aos trancos, a situação do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) vem sendo normalizada.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com