Novo conjunto de dados sobre a qualidade dos combustíveis divulgado pela ANP mostra uma pequena melhora nos números do país
A qualidade do óleo diesel consumido pelos brasileiros voltou a ficar um pouquinho melhor. Segundo o mais recente conjunto de dados divulgados pelos técnicos que fazem parte do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) a não conformidade do diesel fechou o mês de fevereiro em 2,9%.
A melhora acontece depois do índice ter voltado a dar um pequeno pico de piora – de 3,3% – em janeiro. A não conformidade vinha melhorando de forma consistente a partir julho passado e, desde novembro, tinha refluído para níveis abaixo do nível dos três pontos percentuais.
A qualidade do óleo diesel consumido pelos brasileiros voltou a ficar um pouquinho melhor. Segundo o mais recente conjunto de dados divulgados pelos técnicos que fazem parte do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) a não conformidade do diesel fechou o mês de fevereiro em 2,9%.
A melhora acontece depois do índice ter voltado a dar um pequeno pico de piora – de 3,3% – em janeiro. A não conformidade vinha melhorando de forma consistente a partir julho passado e, desde novembro, tinha refluído para níveis abaixo do nível dos três pontos percentuais.
Antes disso, a última vez em que a não conformidade do diesel tinha caído abaixo de 3% havia sido em junho de 2018.
Queda
Segundo o boletim mensal do PMQC divulgado pela ANP, 70 das 2.393 amostras de diesel coletadas em fevereiro apresentaram um ou mais problemas de qualidade.
Embora os relatórios do PMQC não mostrem uma redução na cobertura territorial do programa de acompanhado do mercado brasileiro, – desde agosto o número de estados monitorados está em 19 – a quantidade de amostras coletadas vem caindo os últimos meses. Em agosto, o número de amostras de diesel foi de 2.577. A redução no período foi de 7,1%.
Na comparação entre janeiro e fevereiro, foram registradas melhoras substanciais na parte de baixo do ranking. Tanto Alagoas quanto Amapá que no mês anterior haviam registrado mais de 20% de inconformidade, tiveram avanços substanciais.
Alagoas, por exemplo, foi de 23,5% para 14% em apenas um mês. Apesar do avanço, o estado se manteve a nada honrosa distinção de ter o pior diesel do país.
Espírito Santo, Paraíba e Sergipe se mantiveram no topo do ranking. Os três estados não tiveram casos de não conformidade do mês passado.
Teor de biodiesel
O teor de biodiesel voltou a ser o problema mais comum entre as amostras reprovadas pelo PMQC. Desvios na quantidade de biocombustível presente no óleo diesel foram responsáveis pela reprovação de 30,2% das amostras coletadas.
A segunda categoria mais importante foi a de ‘’outros” com 26,8%.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com