Pela primeira vez desde implementação do B5 em janeiro de 2010, o índice de não conformidade do óleo diesel medido Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da ANP encerra o mês abaixo da marca de 1%.
Pela primeira vez desde implementação do B5 em janeiro de 2010, o índice de não conformidade do óleo diesel medido Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da ANP encerra o mês abaixo da marca de 1%. Em maio, o indicador que mede a pureza do óleo diesel consumido pelos brasileiros ficou em impressionantes 0,8%.
Esse é, disparado, o melhor resultado em mais de seis anos. Ele é metade do registrado no mês de em abril. Representa uma melhoria substancial até quando comparado ao antigo recorde – 1% de dezembro de passado.
Em maio do ano passado, o índice estava perto dos 3,4%.
De um total de 1.379 amostras coletadas, apenas 11 apresentaram qualquer tipo de desvio de qualidade.
Força reduzida
O problema com isso é justamente o fato do PMQC estar trabalhando com capacidade reduzida depois que os contratos com a maioria dos laboratórios que faziam parte da rede vencer.
Das 27 unidades federativas brasileiras, amostras estão sendo coletadas em apenas cinco – Distrito Federal, Tocantins, Goiás, Minas Gerais e São Paulo. Isso pode estar mascarando o verdadeiro tamanho do problema.
Segundo a ANP garantiu à BiodieselBR.com no começo desse mês a expectativa é que parte do problema venha a ser resolvida em breve.
Contudo, a rede só deverá voltar a ter abrangência nacional depois de completada uma concorrência que será aberta apenas no segundo semestre.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Pela primeira vez desde implementação do B5 em janeiro de 2010, o índice de não conformidade do óleo diesel medido Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da ANP encerra o mês abaixo da marca de 1%. Em maio, o indicador que mede a pureza do óleo diesel consumido pelos brasileiros ficou em impressionantes 0,8%.
Esse é, disparado, o melhor resultado em mais de seis anos. Ele é metade do registrado no mês de em abril. Representa uma melhoria substancial até quando comparado ao antigo recorde – 1% de dezembro de passado.
Em maio do ano passado, o índice estava perto dos 3,4%.
De um total de 1.379 amostras coletadas, apenas 11 apresentaram qualquer tipo de desvio de qualidade.
Força reduzida
O problema com isso é justamente o fato do PMQC estar trabalhando com capacidade reduzida depois que os contratos com a maioria dos laboratórios que faziam parte da rede vencer.
Das 27 unidades federativas brasileiras, amostras estão sendo coletadas em apenas cinco – Distrito Federal, Tocantins, Goiás, Minas Gerais e São Paulo. Isso pode estar mascarando o verdadeiro tamanho do problema.
Segundo a ANP garantiu à BiodieselBR.com no começo desse mês a expectativa é que parte do problema venha a ser resolvida em breve.
Contudo, a rede só deverá voltar a ter abrangência nacional depois de completada uma concorrência que será aberta apenas no segundo semestre.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com