Um novo relatório reforça o consenso científico sobre a troca do diesel de petróleo por biodiesel gera reduções substanciais nas emissões de carbono – a diminuição pode chegar a até 85%. O documento foi publicado pelo Coordinating Research Council (CRC), organização que procura amarrar o conhecimento científico produzido por iniciativas de pesquisas sobre os setores automotivo e de petróleo para gerar consensos válidos para toda a indústria automotiva.
Um novo relatório reforça o consenso científico sobre a troca do diesel de petróleo por biodiesel gera reduções substanciais nas emissões de carbono – a diminuição pode chegar a até 85%. O documento foi publicado pelo Coordinating Research Council (CRC), organização que procura amarrar o conhecimento científico produzido por iniciativas de pesquisas sobre os setores automotivo e de petróleo para gerar consensos válidos para toda a indústria automotiva.
Desde 2009, a cada dois anos o CRC realiza analises que mensuram as emissões de CO2 dos diferentes biocombustíveis ao longo de todo seu ciclo de vida. Já foram realizados quadro desses estudos.
O que esses levantamentos vêm apontando é que a diferença na densidade de carbono entre o diesel de petróleo e o biodiesel vem se ampliando ao longo do tempo – seja, enquanto o primeiro está ficando cada vez mais sujo, o segundo está cada vez mais limpo.
Segundo os cálculos do CRC, apenas no ano passado o consumo de biodiesel reduziu as emissões de gás carbônico dos Estados Unidos em cerca de 18 milhões de toneladas – o equivalente a 3,8 milhões de automóveis.
Balanço
Em sua mais recente atualização, os técnicos da CRC também levaram em conta as possíveis mudanças no uso do solo causadas pela demanda do mercado de biocombustíveis. Há crescente receio – especialmente entre os países da União Europeia – que o consumo de commodities agrícolas para a produção de biocombustíveis esteja desviando recursos que seriam melhor aproveitados na produção de alimentos ou incentivando o desmatamento para a abertura de novos plantios.
Dependendo da intensidade desse processo, os biocombustíveis podem vir a ter níveis de emissões de gás carbônico muito superiores aos que podem ser medidos por meio de um processo de análise de ciclo de vida simples. Segundo o economista do Programa de Mudanças Climáticas do Departamento de Agricultura do governo dos EUA, Jan Lewandrowski, o novo estudo reduz muito essa incerteza. “Há claro consenso de que [as mudanças no solo] não eliminam os benefícios dos combustíveis renováveis em termos de emissões de carbono”, diz.
Um sumário do estudo (em inglês) pode ser acessado clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Um novo relatório reforça o consenso científico sobre a troca do diesel de petróleo por biodiesel gera reduções substanciais nas emissões de carbono – a diminuição pode chegar a até 85%. O documento foi publicado pelo Coordinating Research Council (CRC), organização que procura amarrar o conhecimento científico produzido por iniciativas de pesquisas sobre os setores automotivo e de petróleo para gerar consensos válidos para toda a indústria automotiva.
Desde 2009, a cada dois anos o CRC realiza analises que mensuram as emissões de CO2 dos diferentes biocombustíveis ao longo de todo seu ciclo de vida. Já foram realizados quadro desses estudos.
O que esses levantamentos vêm apontando é que a diferença na densidade de carbono entre o diesel de petróleo e o biodiesel vem se ampliando ao longo do tempo – seja, enquanto o primeiro está ficando cada vez mais sujo, o segundo está cada vez mais limpo.
Segundo os cálculos do CRC, apenas no ano passado o consumo de biodiesel reduziu as emissões de gás carbônico dos Estados Unidos em cerca de 18 milhões de toneladas – o equivalente a 3,8 milhões de automóveis.
Balanço
Em sua mais recente atualização, os técnicos da CRC também levaram em conta as possíveis mudanças no uso do solo causadas pela demanda do mercado de biocombustíveis. Há crescente receio – especialmente entre os países da União Europeia – que o consumo de commodities agrícolas para a produção de biocombustíveis esteja desviando recursos que seriam melhor aproveitados na produção de alimentos ou incentivando o desmatamento para a abertura de novos plantios.
Dependendo da intensidade desse processo, os biocombustíveis podem vir a ter níveis de emissões de gás carbônico muito superiores aos que podem ser medidos por meio de um processo de análise de ciclo de vida simples. Segundo o economista do Programa de Mudanças Climáticas do Departamento de Agricultura do governo dos EUA, Jan Lewandrowski, o novo estudo reduz muito essa incerteza. “Há claro consenso de que [as mudanças no solo] não eliminam os benefícios dos combustíveis renováveis em termos de emissões de carbono”, diz.
Um sumário do estudo (em inglês) pode ser acessado clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com