A cidade de Nova York está estudando um projeto de lei que cria um cronograma para o aumento da mistura de biodiesel no óleo de calefação.A cidade de Nova York está estudando um projeto de lei que estabelece a mistura de 5% de combustível renovável ao óleo de calefação utilizado em edifícios da cidade a partir do próximo ano. O município é o maior consumidos desse tipo de combustível nos EUA e, desde 2012, já usa uma mistura de 2% biocombustível.

A cidade de Nova York está estudando um projeto de lei que estabelece a mistura de 5% de combustível renovável ao óleo de calefação utilizado em edifícios da cidade a partir do próximo ano. O município é o maior consumidos desse tipo de combustível nos EUA e, desde 2012, já usa uma mistura de 2% biocombustível.
O projeto, apresentado esta semana pelo vereador Costa Constantinides, também cria um cronograma para elevação da mistura nos anos subsequentes. Pelo texto, o óleo de calefação comercializado na cidade terá que conter 10% de biocombustível até 2020, passando a 15% em 2025 e 20% até 2030.
"Os edifícios são uma enorme fonte de emissões e nós temos que encontrar uma maneira de lidar com isso", declarou o parlamentar. Segundo o vereador, os proprietários não notariam diferença no calor produzido a partir de óleo contendo mais de biocombustível e qualquer discrepância de preço seria "insignificante".
Uma família nova-iorquina média queima, anualmente, 2,26 mil litros de óleo de calefação.
Na esteira
Neste mês, está prevista para ser publicada pela ASTM Internacional – organização norte-americana de normalização similar ao Inmetro - a nova versão da regra ASTM D396, que regula sobre as especificações para óleos combustíveis.
A expectativa é que a adição autorizada de teores de biodiesel ao óleo de calefação usado nos Estados Unidos fique entre 6% e 20%.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Daily News

A cidade de Nova York está estudando um projeto de lei que estabelece a mistura de 5% de combustível renovável ao óleo de calefação utilizado em edifícios da cidade a partir do próximo ano. O município é o maior consumidos desse tipo de combustível nos EUA e, desde 2012, já usa uma mistura de 2% biocombustível.
O projeto, apresentado esta semana pelo vereador Costa Constantinides, também cria um cronograma para elevação da mistura nos anos subsequentes. Pelo texto, o óleo de calefação comercializado na cidade terá que conter 10% de biocombustível até 2020, passando a 15% em 2025 e 20% até 2030.
"Os edifícios são uma enorme fonte de emissões e nós temos que encontrar uma maneira de lidar com isso", declarou o parlamentar. Segundo o vereador, os proprietários não notariam diferença no calor produzido a partir de óleo contendo mais de biocombustível e qualquer discrepância de preço seria "insignificante".
Uma família nova-iorquina média queima, anualmente, 2,26 mil litros de óleo de calefação.
Na esteira
Neste mês, está prevista para ser publicada pela ASTM Internacional – organização norte-americana de normalização similar ao Inmetro - a nova versão da regra ASTM D396, que regula sobre as especificações para óleos combustíveis.
A expectativa é que a adição autorizada de teores de biodiesel ao óleo de calefação usado nos Estados Unidos fique entre 6% e 20%.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Daily News