A ASTM vai atualizar as especificação do óleo de calefação usado nos EUA. O combustível agora poderá conter até 20% de biodiesel.O óleo de calefação usado nos Estados Unidos poderá conter até 20% de biodiesel a partir de fevereiro que vem. Esse é o tempo que levará para a ASTM Internacional – organização norte-americana de normalização similar ao Inmetro – para publicar a nova versão da regra ASTM D396 que traz as especificações para óleos combustíveis. O grupo responsável pela revisão da regra já concordou em permitir a adição de teores de biodiesel entre 6% e 20%.

O óleo de calefação usado nos Estados Unidos poderá conter até 20% de biodiesel a partir de fevereiro que vem. Esse é o tempo que levará para a ASTM Internacional – organização norte-americana de normalização similar ao Inmetro – para publicar a nova versão da regra ASTM D396 que traz as especificações para óleos combustíveis. O grupo responsável pela revisão da regra já concordou em permitir a adição de teores de biodiesel entre 6% e 20%.
Desde 2008, a ASTM já autorizava a mistura de até 5%.
A decisão vem na sequência da publicação de um estudo elaborado pela Aliança National de Pesquisas em Óleo de Aquecimento (Nora, na sigla original) e pelo Laboratório Nacional de Brookhaven atestando a viabilidade da mistura acima de 5%.
Mais mercado
A mudança deverá ampliar um mercado alternativo relevante para fabricantes de biodiesel dos Estados Unidos. O óleo de calefação misturado ao biodiesel vem sendo comercializado no país sob o nome de bioheat.
Desde julho do ano passado, o óleo de calefação vendido no estado de Nova York precisa conter pelo menos 2% de biodiesel. Nas contas da Associação Nacional do Biodiesel (NBB), só essa mistura vai criar demanda para 113,6 milhões de litros de biodiesel.
Hoje, o óleo de calefação vem enfrentando a competição dos sistemas de aquecimento a gás. “O bioheat dá aos consumidores escolho para usar um combustível limpo, produzido domesticamente ser precisar investir num sistema caro de gás natural”, começou Paul Nazzaro da NBB.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

O óleo de calefação usado nos Estados Unidos poderá conter até 20% de biodiesel a partir de fevereiro que vem. Esse é o tempo que levará para a ASTM Internacional – organização norte-americana de normalização similar ao Inmetro – para publicar a nova versão da regra ASTM D396 que traz as especificações para óleos combustíveis. O grupo responsável pela revisão da regra já concordou em permitir a adição de teores de biodiesel entre 6% e 20%.
Desde 2008, a ASTM já autorizava a mistura de até 5%.
A decisão vem na sequência da publicação de um estudo elaborado pela Aliança National de Pesquisas em Óleo de Aquecimento (Nora, na sigla original) e pelo Laboratório Nacional de Brookhaven atestando a viabilidade da mistura acima de 5%.
Mais mercado
A mudança deverá ampliar um mercado alternativo relevante para fabricantes de biodiesel dos Estados Unidos. O óleo de calefação misturado ao biodiesel vem sendo comercializado no país sob o nome de bioheat.
Desde julho do ano passado, o óleo de calefação vendido no estado de Nova York precisa conter pelo menos 2% de biodiesel. Nas contas da Associação Nacional do Biodiesel (NBB), só essa mistura vai criar demanda para 113,6 milhões de litros de biodiesel.
Hoje, o óleo de calefação vem enfrentando a competição dos sistemas de aquecimento a gás. “O bioheat dá aos consumidores escolho para usar um combustível limpo, produzido domesticamente ser precisar investir num sistema caro de gás natural”, começou Paul Nazzaro da NBB.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com