Pesquisas realizadas no estado de Nova York atestam que o óleo de calefação pode ser misturado com mais de 5% de biodiesel sem problemas.Embora não seja um mercado comum aqui no Brasil, logo o óleo de calefação pode se tornar um foco de demanda para a indústria de biodiesel. Uma pesquisa realizada recentemente pela National Oilheat Research Alliance (NORA) – Aliança Nacional de Pesquisas de Óleo de Aquecimento, em tradução livre do inglês – e pelo Laboratório Nacional de Brookhaven chancelou o uso de misturar contendo mais de 5% de biodiesel.

Embora não seja um mercado comum aqui no Brasil, logo o óleo de calefação pode se tornar um foco de demanda para a indústria de biodiesel. Uma pesquisa realizada recentemente pela National Oilheat Research Alliance (NORA) – Aliança Nacional de Pesquisas de Óleo de Aquecimento, em tradução livre do inglês – e pelo Laboratório Nacional de Brookhaven chancelou o uso de misturar contendo mais de 5% de biodiesel.
A cidade de Nova York já adota a mistura de 2% de biodiesel ao óleo de calefação e existe uma lei, aprovada pela Assembleia e Senado de Nova Iorque, para que essa mistura seja usado em todo estado norte-americano.
Para chegar a essa conclusão, a NORA e o Laboratório de Brookhaven observaram cerca de 35 mil edifícios cujas residências fizeram uso de misturas com teor superior a 5% de biodiesel em seus sistemas de calefação. Não foram registrados problemas.
Alertas
A NORA observa que, no estudo, o biodiesel utilizado para a mistura é o que atende às especificações da norma ASTM D6751 – estabelecida pela American Society for Testing and Materials (ASTM). Segundo a entidade, esse é o biocombustível indicado para a mistura ao óleo de calefação, pois foi “concebido para assegurar uma adição segura e eficiente ao óleo de aquecimento e ao diesel”.
A NORA adverte ainda para a necessidade dos fornecedores por atacado e comerciantes de varejo estarem convictos de que o Bioheat – denominação comercial para misturas entre biodiesel ao óleo usado em sistemas de aquecimento residenciais – que disponibilizam para a venda é ideal para as temperaturas em que serão armazenados e usados. Dependendo da matéria-prima com a qual foi produzido, o biodiesel pode ser afetado por baixas temperaturas. O uso de aditivos apropriados na mistura pode ajudar a contornar o problema, diz a entidade.
Da mesma forma, a presença de água também pode favorecer a contaminação microbiana do biocombustível, ativando um processo de degradação. A entidade recomenda como fundamental a realização de vistorias e manutenções periódicas dos tanques de combustíveis existentes nos sistemas de calefação.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Biodiesel Magazine

Embora não seja um mercado comum aqui no Brasil, logo o óleo de calefação pode se tornar um foco de demanda para a indústria de biodiesel. Uma pesquisa realizada recentemente pela National Oilheat Research Alliance (NORA) – Aliança Nacional de Pesquisas de Óleo de Aquecimento, em tradução livre do inglês – e pelo Laboratório Nacional de Brookhaven chancelou o uso de misturar contendo mais de 5% de biodiesel.
A cidade de Nova York já adota a mistura de 2% de biodiesel ao óleo de calefação e existe uma lei, aprovada pela Assembleia e Senado de Nova Iorque, para que essa mistura seja usado em todo estado norte-americano.
Para chegar a essa conclusão, a NORA e o Laboratório de Brookhaven observaram cerca de 35 mil edifícios cujas residências fizeram uso de misturas com teor superior a 5% de biodiesel em seus sistemas de calefação. Não foram registrados problemas.
Alertas
A NORA observa que, no estudo, o biodiesel utilizado para a mistura é o que atende às especificações da norma ASTM D6751 – estabelecida pela American Society for Testing and Materials (ASTM). Segundo a entidade, esse é o biocombustível indicado para a mistura ao óleo de calefação, pois foi “concebido para assegurar uma adição segura e eficiente ao óleo de aquecimento e ao diesel”.
A NORA adverte ainda para a necessidade dos fornecedores por atacado e comerciantes de varejo estarem convictos de que o Bioheat – denominação comercial para misturas entre biodiesel ao óleo usado em sistemas de aquecimento residenciais – que disponibilizam para a venda é ideal para as temperaturas em que serão armazenados e usados. Dependendo da matéria-prima com a qual foi produzido, o biodiesel pode ser afetado por baixas temperaturas. O uso de aditivos apropriados na mistura pode ajudar a contornar o problema, diz a entidade.
Da mesma forma, a presença de água também pode favorecer a contaminação microbiana do biocombustível, ativando um processo de degradação. A entidade recomenda como fundamental a realização de vistorias e manutenções periódicas dos tanques de combustíveis existentes nos sistemas de calefação.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Biodiesel Magazine