
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos reduziu novamente sua projeção para a safra brasileira de soja. Na edição de abril do relatório mensal “Oleaginosas: mercados mundiais e comércio” que foi tornado público nessa quarta-feira (09), a estimativa para a colheita brasileira ficou 1,1% menor que o número de março.
Esse é o segundo corte consecutivo na expectativa do USDA para produção do Brasil.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos reduziu novamente sua projeção para a safra brasileira de soja. Na edição de abril do relatório mensal “Oleaginosas: mercados mundiais e comércio” que foi tornado público nessa quarta-feira (09), a estimativa para a colheita brasileira passou a ser de 87,5 milhões de toneladas de soja em grão, um corte de um milhão de toneladas – 1,1% – frente ao número de março.
Esse é o segundo corte consecutivo na expectativa do USDA para produção do Brasil. Em fevereiro, a estimativa era que o Brasil colheria 90 milhões de toneladas da oleaginosa.
Além do Brasil, o único outro membro do grupo de grandes produtores de soja a ter sua estimativa alterada foi a Índia que também teve sua safra reduzida. O país asiático deverá colher 800 mil toneladas a menos de soja do que o inicialmente estimado atingindo um total de 11 milhões de toneladas.
Já o grupo “outros” – com a soma da produção em todo o restante do globo – teve a expectativa ampliada em 400 mil toneladas.
Com essas mudanças, a produção mundial do grão deverá ficar em pouco mais de 284 milhões de toneladas. Um corte de 0,05% sobre o relatório do mês anterior.
Esmagamento
A menor produção de soja deverá afetar o esmagamento brasileiro. A projeção do mês passado dava conta que a disponibilidade de óleo de soja no mercado brasileiro seria de 7.150 toneladas, em abril o número caiu para 7.100 toneladas.
As estimativas para a produção de farelo também foram diminuídas 220 mil toneladas em linha com a redução geral.
Do ponto de vista global, contudo, a oferta de óleos vegetais não deverá passar por qualquer depressão nessa safra. O USDA estima que a produção mundial chegará a 169,5 milhões de toneladas de óleos – elevação de quase 600 mil toneladas sobre o número de março.
Isso parece indicar que as cotações internacionais não deverão sofrer nenhuma pressão de alta maior.
O relatório pode ser acessado na íntegra (em inglês) clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Esse é o segundo corte consecutivo na expectativa do USDA para produção do Brasil.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos reduziu novamente sua projeção para a safra brasileira de soja. Na edição de abril do relatório mensal “Oleaginosas: mercados mundiais e comércio” que foi tornado público nessa quarta-feira (09), a estimativa para a colheita brasileira passou a ser de 87,5 milhões de toneladas de soja em grão, um corte de um milhão de toneladas – 1,1% – frente ao número de março.
Esse é o segundo corte consecutivo na expectativa do USDA para produção do Brasil. Em fevereiro, a estimativa era que o Brasil colheria 90 milhões de toneladas da oleaginosa.
Além do Brasil, o único outro membro do grupo de grandes produtores de soja a ter sua estimativa alterada foi a Índia que também teve sua safra reduzida. O país asiático deverá colher 800 mil toneladas a menos de soja do que o inicialmente estimado atingindo um total de 11 milhões de toneladas.
Já o grupo “outros” – com a soma da produção em todo o restante do globo – teve a expectativa ampliada em 400 mil toneladas.
Com essas mudanças, a produção mundial do grão deverá ficar em pouco mais de 284 milhões de toneladas. Um corte de 0,05% sobre o relatório do mês anterior.
Esmagamento
A menor produção de soja deverá afetar o esmagamento brasileiro. A projeção do mês passado dava conta que a disponibilidade de óleo de soja no mercado brasileiro seria de 7.150 toneladas, em abril o número caiu para 7.100 toneladas.
As estimativas para a produção de farelo também foram diminuídas 220 mil toneladas em linha com a redução geral.
Do ponto de vista global, contudo, a oferta de óleos vegetais não deverá passar por qualquer depressão nessa safra. O USDA estima que a produção mundial chegará a 169,5 milhões de toneladas de óleos – elevação de quase 600 mil toneladas sobre o número de março.
Isso parece indicar que as cotações internacionais não deverão sofrer nenhuma pressão de alta maior.
O relatório pode ser acessado na íntegra (em inglês) clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com