Na segunda quinzena de novembro, os signatários da RSPO vão se reunir na Malásia para debater avanços na certificação da palma de óleo.Entre os dias 17 e 20 de novembro, os signatários da Mesa Redonda da Palma de Óleo Sustentável (RSPO, na sigla em inglês) vão se reunir em Kuala Lumpur (Malásia) para debater os próximos passos o principal esquema de certificação da palma de óleo em nível global. Essa será a 12ª reunião global da RSPO.

Entre os dias 17 e 20 de novembro, os signatários da Mesa Redonda da Palma de Óleo Sustentável (RSPO, na sigla em inglês) vão se reunir em Kuala Lumpur (Malásia) para debater os próximos passos o principal esquema de certificação da palma de óleo em nível global. Essa será a 12ª reunião global da RSPO.
Com o tema “Sustentabilidade: O que vem depois?”, o evento vai explorar das tendências do setor. Esse ano o evento terá muito o que mostrar: além de grandes compradores – como a Bunge – terem assinado compromissos públicos de negociar exclusivamente óleo de origem sustentável, algumas das maiores produtoras do setor concordaram com uma moratória que restringem a expansão de novos dendezais sobre áreas preservadas.
Além de representantes do próprio mercado – como produtores, negociantes e compradores – o evento também é um foco para outras partes interessadas no negócio da palma, como ONGs dedicadas à preservação ambiental e com atuação focada nos impactos sociais que a palma gera para populações vulneráveis do Sudeste Asiático.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

Entre os dias 17 e 20 de novembro, os signatários da Mesa Redonda da Palma de Óleo Sustentável (RSPO, na sigla em inglês) vão se reunir em Kuala Lumpur (Malásia) para debater os próximos passos o principal esquema de certificação da palma de óleo em nível global. Essa será a 12ª reunião global da RSPO.
Com o tema “Sustentabilidade: O que vem depois?”, o evento vai explorar das tendências do setor. Esse ano o evento terá muito o que mostrar: além de grandes compradores – como a Bunge – terem assinado compromissos públicos de negociar exclusivamente óleo de origem sustentável, algumas das maiores produtoras do setor concordaram com uma moratória que restringem a expansão de novos dendezais sobre áreas preservadas.
Além de representantes do próprio mercado – como produtores, negociantes e compradores – o evento também é um foco para outras partes interessadas no negócio da palma, como ONGs dedicadas à preservação ambiental e com atuação focada nos impactos sociais que a palma gera para populações vulneráveis do Sudeste Asiático.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com