A Bunge se comprometou a adquirir óleo de palma e derivados exclusivamente a partir de fontes devidamente certificadas. Depois da Cargill, chega a vez de outra gigante do agronegócio endurecer as exigências para a aquisição do óleo de palma – óleo vegetal mais comercializado do planeta. A Bunge anunciou que só irá adquirir óleo de palma certificado.

Depois da Cargill, chega a vez de outra gigante do agronegócio endurecer as exigências para a aquisição do óleo de palma – óleo vegetal mais comercializado do planeta. A Bunge anunciou que só irá adquirir óleo de palma certificado.
A decisão resulta do compromisso que a trading agrícola norte-americana firmou com alguns dos maiores fornecedores mundiais de óleo de palma, como a Wilmar, para acabar com o desmatamento provocado em função do plantio da palma.
“A Bunge não é uma empresa de plantação de dendezais, mas como participantes ativos na cadeia de valor do óleo de palma, reconhecemos o importante papel que podemos desempenhar no encorajamento da transição para práticas mais sustentáveis”, disse a empresa no comunicado divulgado sobre a sua nova política global em relação aos fornecedores de óleo de palma.
“O anúncio da Bunge traz uma mensagem clara para os agentes desonestos da indústria de óleo de palma: que eles não poderão escapar da pressão em prol da conservação de florestas e turfas”, interpretou o presidente da ONG ambientalista Heroes Forest (“Heróis da Floresta”, em tradução livre do inglês), que participou da negociação em torno da nova política da Bunge para fornecedores de óleo de palma.
Premissas
De acordo com o comunicado emitido pela Bunge, a trading agrícola só comprará óleo de palma e derivados de fornecedores que adotem práticas de responsabilidade. Isso, segundo a empresa, significa adesão às práticas de gestão definidas pela Roundtable on Sustainable Palm Oil (RSPO) – instituição certificadora –; não fazer uso do trabalho escravo e/ou infantil; não praticar a queima de áreas; não efetuar o plantio em áreas de alto valor de conservação, entre outros requisitos.
A nova política recebeu aplausos de empresas veteranas, principalmente pelo fato de a Bunge ser uma das grandes compradoras de óleo de palma oriundo do estado malaio de Sarawak, que é dominado por florestas de tropicais ricas em carbono.
Brasil
No início de 2012, a filial brasileira da Bunge anunciou a intenção de investir parte dos recursos aprovados pelo conselho da empresa – cerca de R$ 1 bilhão – no setor de óleo de palma do país. À época, a empresa não detalhou nem o valor, nem o projeto que pretendia desenvolver em relação à palma.
Cátia Franco - BiodieselBR.com
Com informações Food Navigator e Bunge

Depois da Cargill, chega a vez de outra gigante do agronegócio endurecer as exigências para a aquisição do óleo de palma – óleo vegetal mais comercializado do planeta. A Bunge anunciou que só irá adquirir óleo de palma certificado.
A decisão resulta do compromisso que a trading agrícola norte-americana firmou com alguns dos maiores fornecedores mundiais de óleo de palma, como a Wilmar, para acabar com o desmatamento provocado em função do plantio da palma.
“A Bunge não é uma empresa de plantação de dendezais, mas como participantes ativos na cadeia de valor do óleo de palma, reconhecemos o importante papel que podemos desempenhar no encorajamento da transição para práticas mais sustentáveis”, disse a empresa no comunicado divulgado sobre a sua nova política global em relação aos fornecedores de óleo de palma.
“O anúncio da Bunge traz uma mensagem clara para os agentes desonestos da indústria de óleo de palma: que eles não poderão escapar da pressão em prol da conservação de florestas e turfas”, interpretou o presidente da ONG ambientalista Heroes Forest (“Heróis da Floresta”, em tradução livre do inglês), que participou da negociação em torno da nova política da Bunge para fornecedores de óleo de palma.
Premissas
De acordo com o comunicado emitido pela Bunge, a trading agrícola só comprará óleo de palma e derivados de fornecedores que adotem práticas de responsabilidade. Isso, segundo a empresa, significa adesão às práticas de gestão definidas pela Roundtable on Sustainable Palm Oil (RSPO) – instituição certificadora –; não fazer uso do trabalho escravo e/ou infantil; não praticar a queima de áreas; não efetuar o plantio em áreas de alto valor de conservação, entre outros requisitos.
A nova política recebeu aplausos de empresas veteranas, principalmente pelo fato de a Bunge ser uma das grandes compradoras de óleo de palma oriundo do estado malaio de Sarawak, que é dominado por florestas de tropicais ricas em carbono.
Brasil
No início de 2012, a filial brasileira da Bunge anunciou a intenção de investir parte dos recursos aprovados pelo conselho da empresa – cerca de R$ 1 bilhão – no setor de óleo de palma do país. À época, a empresa não detalhou nem o valor, nem o projeto que pretendia desenvolver em relação à palma.
Cátia Franco - BiodieselBR.com
Com informações Food Navigator e Bunge