Cinco dos maiores produtores de óleo de palma anunciaram acordo para a implantação de uma moratória em novos plantios sobre áreas de floresta.Cinco dos maiores produtores de óleo de palma do mundo – Asian Agri, IOI Corporation, Kuala Lumpur Kepong, Musim Mas Group e Sime Darby Plantation – fecharam um acordo que prevê uma moratória de um ano na abertura de novas áreas de palma-de-óleo. Durante o período essas cinco empresas conduzirão um estudo conjunto que deverá determinar um limite máximo para o conteúdo de carbono das florestas que poderão ser convertidas em novos plantios.

Cinco dos maiores produtores de óleo de palma do mundo – Asian Agri, IOI Corporation, Kuala Lumpur Kepong, Musim Mas Group e Sime Darby Plantation – fecharam um acordo que prevê uma moratória de um ano na abertura de novas áreas de palma-de-óleo. Durante o período essas cinco empresas conduzirão um estudo conjunto que deverá determinar um limite máximo para o conteúdo de carbono das florestas que poderão ser convertidas em novos plantios.
Essa determinação é uma resposta à intensa campanha que entidades ambientalistas vêm realizando para pressionar grandes compradores a estabelecerem políticas de aquisição mais rígidas. Nos últimos meses empresas como a Wilmar e a Cargill se comprometeram publicamente a comprar óleo de palma produzido exclusivamente em áreas não desmatadas.
Entre os compradores há o entendimento que áreas cuja vegetação fixe mais de 35 toneladas de carbono por hectare são ecossistemas de grande valor ambiental e devem ser protegidos. Esse limite coloca as florestas primárias, secundárias e pântanos além do alcance da palma-de-óleo que, nos últimos, anos se tornou no maior vetor de desmatamento das florestas tropicais da Malásia e da Indonésia.
“Uma abordagem unificada para a proteção das florestas na cadeia de suprimento da palma-de-óleo é crítica para que o mercado se afaste rapidamente do desmatamento e em direção de soluções”, comemorou Lucia von Reusner, representando da Green Century Capital Management – fundo de investimentos especializado em negócios ambientalmente corretos.
Há poucas semanas, o Green Century publicou uma carta assinada por investidores que controlam mais de US$ 600 bilhões em ativos cobrando que o setor de palma melhore seu desempenho ambiental.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

Cinco dos maiores produtores de óleo de palma do mundo – Asian Agri, IOI Corporation, Kuala Lumpur Kepong, Musim Mas Group e Sime Darby Plantation – fecharam um acordo que prevê uma moratória de um ano na abertura de novas áreas de palma-de-óleo. Durante o período essas cinco empresas conduzirão um estudo conjunto que deverá determinar um limite máximo para o conteúdo de carbono das florestas que poderão ser convertidas em novos plantios.
Essa determinação é uma resposta à intensa campanha que entidades ambientalistas vêm realizando para pressionar grandes compradores a estabelecerem políticas de aquisição mais rígidas. Nos últimos meses empresas como a Wilmar e a Cargill se comprometeram publicamente a comprar óleo de palma produzido exclusivamente em áreas não desmatadas.
Entre os compradores há o entendimento que áreas cuja vegetação fixe mais de 35 toneladas de carbono por hectare são ecossistemas de grande valor ambiental e devem ser protegidos. Esse limite coloca as florestas primárias, secundárias e pântanos além do alcance da palma-de-óleo que, nos últimos, anos se tornou no maior vetor de desmatamento das florestas tropicais da Malásia e da Indonésia.
“Uma abordagem unificada para a proteção das florestas na cadeia de suprimento da palma-de-óleo é crítica para que o mercado se afaste rapidamente do desmatamento e em direção de soluções”, comemorou Lucia von Reusner, representando da Green Century Capital Management – fundo de investimentos especializado em negócios ambientalmente corretos.
Há poucas semanas, o Green Century publicou uma carta assinada por investidores que controlam mais de US$ 600 bilhões em ativos cobrando que o setor de palma melhore seu desempenho ambiental.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com