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Óleos vegetais atingem máxima de 9 meses

Segundo levantamento realizado pela FAO, as cotações globais de óleos vegetais avançaram 1,2% em novembro.
BiodieselBR.com 2 min de leitura
Depois de uma bem-vinda pausa em outubro, as cotações dos óleos vegetais mais comercializados no mercado global retomaram a trajetória de alta que vêm mantendo ao longo desse segundo semestre. Dados levantados pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), indicam que os preços subiram 1,2% em média ao longo do mês passado.

Depois de uma bem-vinda pausa em outubro, as cotações dos óleos vegetais mais comercializados no mercado global retomaram a trajetória de alta que vêm mantendo ao longo desse segundo semestre. Dados levantados pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), indicam que os preços subiram 1,2% em média ao longo do mês passado.

Isso coloca os óleos vegetais em seu patamar mais elevado dos últimos nove meses com 172,2 pontos. Desde julho, os preços já subiram 7,3%.

O movimento atual reflete principalmente preções no mercado de óleo de soja. Além de problemas climáticos que atrasaram o começo do plantio na América do Sul, também há relatos de que os grãos colhidos nos Estados Unidos nessa última temporada vêm apresentando um teor de óleo abaixo da média. Isso contrabalanceou a baixa no óleo de palma que foram motivados por restrições à entrada do produto no mercado indiano aumentando a disponibilidade global.

No cálculo anual, no entanto, o insumo ainda está custando menos. De novembro de 2016 para novembro de 2017, os valores recuaram 1,9%.

Contra a corrente

Os óleos vegetais andaram na direção contrária à do mercado de produtos alimentares. Como um todo o Índice FAO apresentou um recuo de 0,5% e fechou novembro em 175,8 pontos.

Baixas foram registradas nos mercados de carnes e no de laticínios enquanto cereais e açúcar tiveram alta.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
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