A FAO divulgou hoje (06) seu índice de preços dos alimentos. O levantamento mostra mais uma queda nos preços dos óleos vegetais.A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) divulgou hoje (06) seu Índice de Preços dos Alimentos calculado com base em janeiro. O levantamento revela que o índice de preços dos óleos vegetais caiu pelo segundo mês consecutivo. Em janeiro, essas commodities custaram, em média, 3,8% menos que em dezembro.
A queda registrada entre dezembro de 2013 e janeiro de 2014 é maior que a obtida entre novembro e dezembro do ano passado, quando o deslize ficou em torno de 1%.

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) divulgou hoje (06) seu Índice de Preços dos Alimentos calculado com base em janeiro. O levantamento revela que o índice de preços dos óleos vegetais caiu pelo segundo mês consecutivo. Em janeiro, essas commodities computaram, na média, 188,6 pontos – 3,8% a menos que em dezembro.
A queda registrada entre dezembro de 2013 e janeiro de 2014 é maior que a obtida entre novembro e dezembro do ano passado, quando o deslize ficou em torno de 1%.
A explicação para o fato de os preços dos óleos vegetais estarem variando para baixo está no excesso de oferta do produto no mercado mundial. Com uma produção abundante e baixa demanda para exportação, o óleo de palma pode novamente superlotar estoques e, consequentemente, ter seus preços derrubados.
Farta também é a perspectiva para a safra de soja na América do Sul. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reviu sua projeção para a produção brasileira da oleaginosa, elevando-a para 89,5 milhões de toneladas. Há também uma grande disponibilidade de sementes de girassol e colza para exportação – outro fator a influenciar esse resultado.
Interessante observar que o cenário para o mercado de óleos vegetais deste início do ano é oposto ao verificado no ano passado. Entre dezembro de 2012 e janeiro de 2013, a cotação do produto no mercado internacional subiu de 190,7 para 200,3 pontos. Isso ocorreu também sob um cenário de prenúncio de safra recorde de soja no Brasil e uma produção de óleo de palma que acabou por abarrotar os estoques no ano passado, obrigando governos dos principais países produtores, como Indonésia e Malásia, adotarem medidas para dar vazão à oferta.
No geral
A baixa nos índices dos preços de óleos vegetais – e também do açúcar, commodity que apresentou a maior queda dentre todas analisadas pela FAO (5,6%) – acabou por empurrar o índice de preços de alimentos da FAO.
Em janeiro, a média foi de 203,4 pontos contra 206,2 registrados no mês anterior — retração de 1,3%. Quando comparado ao mesmo período em 2013, a queda observada é de 4,4%.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações FAO
A queda registrada entre dezembro de 2013 e janeiro de 2014 é maior que a obtida entre novembro e dezembro do ano passado, quando o deslize ficou em torno de 1%.

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) divulgou hoje (06) seu Índice de Preços dos Alimentos calculado com base em janeiro. O levantamento revela que o índice de preços dos óleos vegetais caiu pelo segundo mês consecutivo. Em janeiro, essas commodities computaram, na média, 188,6 pontos – 3,8% a menos que em dezembro.
A queda registrada entre dezembro de 2013 e janeiro de 2014 é maior que a obtida entre novembro e dezembro do ano passado, quando o deslize ficou em torno de 1%.
A explicação para o fato de os preços dos óleos vegetais estarem variando para baixo está no excesso de oferta do produto no mercado mundial. Com uma produção abundante e baixa demanda para exportação, o óleo de palma pode novamente superlotar estoques e, consequentemente, ter seus preços derrubados.
Farta também é a perspectiva para a safra de soja na América do Sul. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reviu sua projeção para a produção brasileira da oleaginosa, elevando-a para 89,5 milhões de toneladas. Há também uma grande disponibilidade de sementes de girassol e colza para exportação – outro fator a influenciar esse resultado.
Interessante observar que o cenário para o mercado de óleos vegetais deste início do ano é oposto ao verificado no ano passado. Entre dezembro de 2012 e janeiro de 2013, a cotação do produto no mercado internacional subiu de 190,7 para 200,3 pontos. Isso ocorreu também sob um cenário de prenúncio de safra recorde de soja no Brasil e uma produção de óleo de palma que acabou por abarrotar os estoques no ano passado, obrigando governos dos principais países produtores, como Indonésia e Malásia, adotarem medidas para dar vazão à oferta.
No geral
A baixa nos índices dos preços de óleos vegetais – e também do açúcar, commodity que apresentou a maior queda dentre todas analisadas pela FAO (5,6%) – acabou por empurrar o índice de preços de alimentos da FAO.
Em janeiro, a média foi de 203,4 pontos contra 206,2 registrados no mês anterior — retração de 1,3%. Quando comparado ao mesmo período em 2013, a queda observada é de 4,4%.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações FAO