A mais recente edição do relatório do Índice de Preços dos Alimentos da FAO aponta para uma elevação nos preços globais dos óleos vegetais.A mais recente edição do relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) sobre o Índice de Preços dos Alimentos aponta para uma reversão na tendência de queda dos preços dos óleos vegetais que vinha se mantendo desde novembro.
Depois de escorregar por dois meses seguidos, a cotação dos óleos vegetais subiu, computando, em fevereiro, preços quase 5% mais altos que os do mês passado.

A mais recente edição do relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) sobre o Índice de Preços dos Alimentos aponta para uma reversão na tendência de queda dos preços dos óleos vegetais que vinha se mantendo desde novembro.
Depois de escorregar por dois meses seguidos, a cotação dos óleos vegetais subiu, computando em fevereiro 197,8 pontos – quase 5% a mais que no mês anterior quando foram registrados 188,6 pontos.
Apesar da alta, a pontuação de fevereiro ainda está 2% menor que a atingida no mesmo período em 2013, quando os óleos vegetais marcaram 201,8 pontos – maior alta no prazo de um ano [ver gráfico].
Os analistas da FAO atribuem o salto aos preços mais firmes dos óleos de palma e de soja. As preocupações geradas por conta do impacto do clima seco sobre as plantações – tanto as do Sudeste Asiático (palma) como na América do Sul (soja) – impulsionaram as cotações de ambos os óleos no mercado mundial.
No embalo
A alta computada por quase todas as commodities alimentares analisadas pela FAO – a carne foi a única a registrar queda entre janeiro e fevereiro, ainda assim, de apenas 0,5 pontos – também ajudou a promover o incremento no Índice de Preços de Alimentos.
Em fevereiro a média geral foi de 208,1 pontos – 2,6% acima do índice de janeiro e 2,1% menor que há um ano.
Além dos óleos vegetais, o açúcar teve papel decisivo no aumento da cotação geral dos alimentos. O produto obteve o maior ganho num mês dentre todas as commodities aferidas, subindo 6,2% em relação ao patamar alcançado em janeiro deste ano.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Depois de escorregar por dois meses seguidos, a cotação dos óleos vegetais subiu, computando, em fevereiro, preços quase 5% mais altos que os do mês passado.

A mais recente edição do relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) sobre o Índice de Preços dos Alimentos aponta para uma reversão na tendência de queda dos preços dos óleos vegetais que vinha se mantendo desde novembro.
Depois de escorregar por dois meses seguidos, a cotação dos óleos vegetais subiu, computando em fevereiro 197,8 pontos – quase 5% a mais que no mês anterior quando foram registrados 188,6 pontos.
Apesar da alta, a pontuação de fevereiro ainda está 2% menor que a atingida no mesmo período em 2013, quando os óleos vegetais marcaram 201,8 pontos – maior alta no prazo de um ano [ver gráfico].
Os analistas da FAO atribuem o salto aos preços mais firmes dos óleos de palma e de soja. As preocupações geradas por conta do impacto do clima seco sobre as plantações – tanto as do Sudeste Asiático (palma) como na América do Sul (soja) – impulsionaram as cotações de ambos os óleos no mercado mundial.
No embalo
A alta computada por quase todas as commodities alimentares analisadas pela FAO – a carne foi a única a registrar queda entre janeiro e fevereiro, ainda assim, de apenas 0,5 pontos – também ajudou a promover o incremento no Índice de Preços de Alimentos.
Em fevereiro a média geral foi de 208,1 pontos – 2,6% acima do índice de janeiro e 2,1% menor que há um ano.
Além dos óleos vegetais, o açúcar teve papel decisivo no aumento da cotação geral dos alimentos. O produto obteve o maior ganho num mês dentre todas as commodities aferidas, subindo 6,2% em relação ao patamar alcançado em janeiro deste ano.
Cátia Franco – BiodieselBR.com