
Mais uma boa notícia para os que apostam no potencial das algas como fonte de matéria-prima para produção de biocombustíveis. Pesquisadores do Scripps Institution of Oceanography – entidade vinculada à Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos – desenvolveram um método para aumentar significativamente a produção de biocombustíveis em pequenas algas marinhas.
Eles conseguiram elevar o teor de lipídios – moléculas de gordura que armazenam a energia usada na produção de biocombustíveis – das algas sem afetar o crescimento das mesmas.
Mais uma boa notícia para os que apostam no potencial das algas como fonte de matéria-prima para produção de biocombustíveis. Pesquisadores do Scripps Institution of Oceanography – entidade vinculada à Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos – desenvolveram um método para aumentar significativamente a produção de biocombustíveis em pequenas algas marinhas.
Eles conseguiram elevar o teor de lipídios – moléculas de gordura que armazenam a energia usada na produção de biocombustíveis – das algas sem afetar o crescimento das mesmas.
"Cientificamente, é uma grande conquista", entusiasma-se Mark Hildebrand, professor de biologia marinha no instituto e coautor da iniciativa. "Cinco anos atrás, acreditava-se que nunca se seria capaz de obter mais lipídios sem impactar no crescimento das algas."
Desafio
As algas só produzem lipídios quando estão sedentas de nutrientes. Contudo, quando privadas deles, elas param de crescer adequadamente. E sob uma dieta reforçada, elas começam a produzir carboidratos em vez de lipídios.
Foi em cima desse dilema que os pesquisadores do instituto trabalharam. Eles pegaram um grupo de algas microscópicas conhecidas como diatomáceas (Thalassiosira pseudonana) e alteraram geneticamente o metabolismo da enzima responsável pela redução de gordura – a lípase. Com isso, conseguiram aumentar a produção de lipídios sem comprometer o crescimento das algas.
Segundo os autores do estudo, esse método também pode ser aplicado em outras espécies de algas.
"Esses resultados demonstram que manipulações metabólicas específicas podem ser usadas para aumentar o acúmulo de moléculas relevantes para produção de biocombustível sem provocar impactos no crescimento", expõe Emily Trentacoste, pesquisadora que liderou a experiência.
Além de diminuir o custo de produção de biocombustíveis ao elevar o teor de lipídios, o método também tem como mérito a utilização de um processo de triagem que contribui para o incremento da velocidade de produção das culturas de algas para biocombustíveis.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Scripps Institution of Oceanography
Eles conseguiram elevar o teor de lipídios – moléculas de gordura que armazenam a energia usada na produção de biocombustíveis – das algas sem afetar o crescimento das mesmas.
Mais uma boa notícia para os que apostam no potencial das algas como fonte de matéria-prima para produção de biocombustíveis. Pesquisadores do Scripps Institution of Oceanography – entidade vinculada à Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos – desenvolveram um método para aumentar significativamente a produção de biocombustíveis em pequenas algas marinhas.
Eles conseguiram elevar o teor de lipídios – moléculas de gordura que armazenam a energia usada na produção de biocombustíveis – das algas sem afetar o crescimento das mesmas.
"Cientificamente, é uma grande conquista", entusiasma-se Mark Hildebrand, professor de biologia marinha no instituto e coautor da iniciativa. "Cinco anos atrás, acreditava-se que nunca se seria capaz de obter mais lipídios sem impactar no crescimento das algas."
Desafio
As algas só produzem lipídios quando estão sedentas de nutrientes. Contudo, quando privadas deles, elas param de crescer adequadamente. E sob uma dieta reforçada, elas começam a produzir carboidratos em vez de lipídios.
Foi em cima desse dilema que os pesquisadores do instituto trabalharam. Eles pegaram um grupo de algas microscópicas conhecidas como diatomáceas (Thalassiosira pseudonana) e alteraram geneticamente o metabolismo da enzima responsável pela redução de gordura – a lípase. Com isso, conseguiram aumentar a produção de lipídios sem comprometer o crescimento das algas.
Segundo os autores do estudo, esse método também pode ser aplicado em outras espécies de algas.
"Esses resultados demonstram que manipulações metabólicas específicas podem ser usadas para aumentar o acúmulo de moléculas relevantes para produção de biocombustível sem provocar impactos no crescimento", expõe Emily Trentacoste, pesquisadora que liderou a experiência.
Além de diminuir o custo de produção de biocombustíveis ao elevar o teor de lipídios, o método também tem como mérito a utilização de um processo de triagem que contribui para o incremento da velocidade de produção das culturas de algas para biocombustíveis.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Scripps Institution of Oceanography