Esperando consolidar a cultura da mamona como uma nova alternativa de renda para os agricultores de Roncador, o departamento municipal de Agricultura realizou recentemente um seminário sobre cultivo e comercialização do produto. De acordo com o diretor de agricultura de Roncador, Osvaldo Lavezzo, o município tem buscado alternativas de diversificação da agricultura.
Lavezzo comenta que participaram do seminário um total de 89 pequenos agricultores. Ele afirma que o projeto de plantio de mamona em Roncador deverá contar com pelo menos 100 agricultores. A comercialização do produto será realizada por uma empresa de londrina. "Representantes da empresa de Londrina estiveram no encontro e afirmaram que toda a produção será comprada por eles e feito um contrato com os agricultores", pondera.
No município um agricultor está cultivando sete alqueires de mamona e Lavezzo salienta que, mesmo tendo sido plantado fora de época, as lavouras estão mostrando um bom desenvolvimento. O agricultor plantou a mamona em meados de janeiro e a época ideal é em setembro com inicio da colheita para abril.
De acordo com Lavezzo, a prefeitura de Roncador, através do Departamento de Agricultura, tem incentivado a diversificação de culturas nas diversificarem o plantio. "Estamos buscando novas alternativas para os agricultores e podemos afirmar que o cultivo de mamona já é uma realidade em Roncador", destaca.
A mamona hoje, é colocada pelo governo brasileiro como uma planta de excelente potencial e está incentivando seu plantio. O governo tornou-se um dos maiores divulgadores e promotores dessa cultura, ao sinalizar que essa deve ser a principal oleaginosa, no ainda tímido, processo de substituição do diesel brasileiro.
A premissa básica do governo é realizar um programa de grande benefício social, assegurando uma contínua fonte de renda para as famílias de regiões que estejam à margem do processo de desenvolvimento econômico do país. A mamona se encaixa nesse programa, pois é um sistema pouco mecanizado, os agricultores utilizam sementes comuns e não usam insumos modernos, como adubos e agrotóxicos.
Produção- Matéria-prima na produção de biodiesel, a mamona deverá apresentar redução de safra. O sétimo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) confirma esta tendência.
A safra de mamona está estimada em 121,7 mil toneladas, com recuo de 42% sobre a colheita obtida em 2004/05, de 209,8 mil toneladas. A área recuou 28,9%, passando de 215,1 mil hectares para 153 mil hectares. A produtividade está projetada em 795 quilos por hectare, 18,5% menor do que na temporada anterior.
Lavezzo comenta que participaram do seminário um total de 89 pequenos agricultores. Ele afirma que o projeto de plantio de mamona em Roncador deverá contar com pelo menos 100 agricultores. A comercialização do produto será realizada por uma empresa de londrina. "Representantes da empresa de Londrina estiveram no encontro e afirmaram que toda a produção será comprada por eles e feito um contrato com os agricultores", pondera.
No município um agricultor está cultivando sete alqueires de mamona e Lavezzo salienta que, mesmo tendo sido plantado fora de época, as lavouras estão mostrando um bom desenvolvimento. O agricultor plantou a mamona em meados de janeiro e a época ideal é em setembro com inicio da colheita para abril.
De acordo com Lavezzo, a prefeitura de Roncador, através do Departamento de Agricultura, tem incentivado a diversificação de culturas nas diversificarem o plantio. "Estamos buscando novas alternativas para os agricultores e podemos afirmar que o cultivo de mamona já é uma realidade em Roncador", destaca.
A mamona hoje, é colocada pelo governo brasileiro como uma planta de excelente potencial e está incentivando seu plantio. O governo tornou-se um dos maiores divulgadores e promotores dessa cultura, ao sinalizar que essa deve ser a principal oleaginosa, no ainda tímido, processo de substituição do diesel brasileiro.
A premissa básica do governo é realizar um programa de grande benefício social, assegurando uma contínua fonte de renda para as famílias de regiões que estejam à margem do processo de desenvolvimento econômico do país. A mamona se encaixa nesse programa, pois é um sistema pouco mecanizado, os agricultores utilizam sementes comuns e não usam insumos modernos, como adubos e agrotóxicos.
Produção- Matéria-prima na produção de biodiesel, a mamona deverá apresentar redução de safra. O sétimo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) confirma esta tendência.
A safra de mamona está estimada em 121,7 mil toneladas, com recuo de 42% sobre a colheita obtida em 2004/05, de 209,8 mil toneladas. A área recuou 28,9%, passando de 215,1 mil hectares para 153 mil hectares. A produtividade está projetada em 795 quilos por hectare, 18,5% menor do que na temporada anterior.