A Secretaria de Estado da Agricultura já está discutindo os detalhes para a realização do 2° Congresso Brasileiro da Mamona, que será realizado em agosto de 2006, entre os dias 16 e 18 no CIC. O evento é uma parceria entre o Governo Estadual, a Sagri e a Embrapa de Sergipe e da Paraíba, que juntos pretendem acrescentar o cultivo da mamona ao Projeto Nova Califórnia. Estiveram reunidos na tarde de ontem, 06, o secretário Sérgio Reis, o coordenador Estadual do Agronegócio da Cultura da Mamona, Luis Carlos Nunes, os assessores Mavignier França e Clóvis Felizola, o assessor especial do Governo, Luiz Curado, o pesquisador da Embrapa-Algodão (Paraíba), Odilon Reny Ribeiro e a chefe adjunta da Embrapa (PB), Maria Auxiliadora Lemos Barros. Para maiores informações acesse o site: www.congressobrasileirodemamona.se.gov.br .
No encontro, ficou deliberado que o secretário Sérgio Reis vai presidir o Congresso. O lançamento oficial do evento está previsto para janeiro do próximo ano. A importância desse cultivo para o Estado é justamente pela atual conjuntura da mamona no País. “Nesta edição será discutido o “Cenário atual e as perspectivas da Cultura da Mamona dentro do Agronegócio voltado para o Biodiesel. O Biodiesel será o combustível do futuro, por ser renovável, já que a mamona tem ciclo de vida muito rápido, cerca de 240 dias para começar a produzir”, ressaltou Luiz Carlos.
Informou ainda que a partir de janeiro de 2006, o Governo Federal vai autorizar a adição de 2% de Biodiesel, no diesel na frota de veículos do País. O Congresso realizado em Sergipe pretende focar nas políticas do Governo Federal, Estadual, estudos e pesquisa, produção agrícola, agroindustrializacão e mercado de comercialização da mamona, mais especificadamente a produção da região Nordeste.
“O governador tem recomendado a equipe de estudos da Sagri e do projeto Nova Califórnia, que oriente a cultura da mamona e sua exploração, com o foco para o Biodiesel, dentro da visão empresarial para o agronegócio. Visando não apenas o mercado interno, como também o estrangeiro”, disse Luis Carlos Nunes ressaltando ainda que já existem alguns países interessados em investir em Sergipe.
A relação com o Embrapa (PB), nasceu depois do 1° Congresso da Mamona que aconteceu em Campina Grande, onde o nome de Sergipe ficou entre duas outras opções para sediar o novo evento. “Sergipe competiu com os estados de São Paulo e Bahia e saiu vitorioso com mais de 60% dos votos. O Semi-árido sergipano é bastante propício para o cultivo da mamona, com boas perspectivas de produção”, disse o pesquisador Odilon Reny.
No encontro, ficou deliberado que o secretário Sérgio Reis vai presidir o Congresso. O lançamento oficial do evento está previsto para janeiro do próximo ano. A importância desse cultivo para o Estado é justamente pela atual conjuntura da mamona no País. “Nesta edição será discutido o “Cenário atual e as perspectivas da Cultura da Mamona dentro do Agronegócio voltado para o Biodiesel. O Biodiesel será o combustível do futuro, por ser renovável, já que a mamona tem ciclo de vida muito rápido, cerca de 240 dias para começar a produzir”, ressaltou Luiz Carlos.
Informou ainda que a partir de janeiro de 2006, o Governo Federal vai autorizar a adição de 2% de Biodiesel, no diesel na frota de veículos do País. O Congresso realizado em Sergipe pretende focar nas políticas do Governo Federal, Estadual, estudos e pesquisa, produção agrícola, agroindustrializacão e mercado de comercialização da mamona, mais especificadamente a produção da região Nordeste.
“O governador tem recomendado a equipe de estudos da Sagri e do projeto Nova Califórnia, que oriente a cultura da mamona e sua exploração, com o foco para o Biodiesel, dentro da visão empresarial para o agronegócio. Visando não apenas o mercado interno, como também o estrangeiro”, disse Luis Carlos Nunes ressaltando ainda que já existem alguns países interessados em investir em Sergipe.
A relação com o Embrapa (PB), nasceu depois do 1° Congresso da Mamona que aconteceu em Campina Grande, onde o nome de Sergipe ficou entre duas outras opções para sediar o novo evento. “Sergipe competiu com os estados de São Paulo e Bahia e saiu vitorioso com mais de 60% dos votos. O Semi-árido sergipano é bastante propício para o cultivo da mamona, com boas perspectivas de produção”, disse o pesquisador Odilon Reny.
Tags
Sergipe