O Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) apresentará 40 variedades de culturas na 7ª edição do Show Tecnológico Arenito Caiuá, que será realizado entre 01 e 02 de fevereiro em Umuarama. Os visitantes terão a oportunidade de conhecer as culturas mais apropriadas para a região do arenito, bem como o processo de integração entre lavoura e pecuária.
Uma das novidades deste ano são as culturas para produção de biodiesel e as 18 espécies para adubação verde e cobertura de solo, apropriadas para o período do verão. A proposta do Iapar é chamar a atenção dos produtores para a importância de um sistema agrícola produtivo, equilibrado e responsável, dispensando o uso da agricultura agressiva, que coloca em risco a vida útil do solo e ameaça transformar a região numa área de pastagens degradadas.
Na ‘vitrine’ de experimentos, pesquisadores e técnicos estarão à disposição do público para fornecer informações sobre as culturas adotáveis para a região, levando em consideração condições climáticas e a fragilidade do solo arenoso. “O produtor não pode pensar apenas na renda, deve preocupar-se com o sistema de produção e manejo da propriedade. A rotatividade, adição de matéria orgância, cobertura de solo e o plantio direto são fundamentais para a que haja conservação e a terra mantenha-se produtiva”, explicou o pesquisador da área de Difusão de Tecnologias, Marcos Valentin Martins.
Entre as novidades desta edição o Iapar apresentará aos produtores o amendoim e a mamona como fontes produtoras de biodiesel. O algodão também será foco das atenções, uma vez que surge como uma das opções para a agricultura familiar, e o maracujá ganhará destaque na área de experimentos da fruticultura. “Toda as culturas em exposição são apropriadas para o arenito, desde que o sistema de produção atenda as recomendações técnicas”, enfatizou Martins.
Agricultura familiar:
Outra novidade que será apresentada pelo Iapar aos produtores é o algodão IPR 120. A semente está disponível desde 2004, porém este ano os visitantes conhecerão in loco as vantagens proporcionadas pela variedade. A espécie promete uma produtividade 6% maior do que o tipo IPR 96, o mais plantado em todo o Estado, além de maior resistência ao sistema agroecológico regional. Para os agricultores que trabalham no regime de agricultura familiar, a cultura é uma das opções que oferece, entre outras vantagens, baixo custo de produção e boa rentabilidade, desde que as recomendações técnicas de cutivo sejam seguidas.
Uma das novidades deste ano são as culturas para produção de biodiesel e as 18 espécies para adubação verde e cobertura de solo, apropriadas para o período do verão. A proposta do Iapar é chamar a atenção dos produtores para a importância de um sistema agrícola produtivo, equilibrado e responsável, dispensando o uso da agricultura agressiva, que coloca em risco a vida útil do solo e ameaça transformar a região numa área de pastagens degradadas.
Na ‘vitrine’ de experimentos, pesquisadores e técnicos estarão à disposição do público para fornecer informações sobre as culturas adotáveis para a região, levando em consideração condições climáticas e a fragilidade do solo arenoso. “O produtor não pode pensar apenas na renda, deve preocupar-se com o sistema de produção e manejo da propriedade. A rotatividade, adição de matéria orgância, cobertura de solo e o plantio direto são fundamentais para a que haja conservação e a terra mantenha-se produtiva”, explicou o pesquisador da área de Difusão de Tecnologias, Marcos Valentin Martins.
Entre as novidades desta edição o Iapar apresentará aos produtores o amendoim e a mamona como fontes produtoras de biodiesel. O algodão também será foco das atenções, uma vez que surge como uma das opções para a agricultura familiar, e o maracujá ganhará destaque na área de experimentos da fruticultura. “Toda as culturas em exposição são apropriadas para o arenito, desde que o sistema de produção atenda as recomendações técnicas”, enfatizou Martins.
Agricultura familiar:
Outra novidade que será apresentada pelo Iapar aos produtores é o algodão IPR 120. A semente está disponível desde 2004, porém este ano os visitantes conhecerão in loco as vantagens proporcionadas pela variedade. A espécie promete uma produtividade 6% maior do que o tipo IPR 96, o mais plantado em todo o Estado, além de maior resistência ao sistema agroecológico regional. Para os agricultores que trabalham no regime de agricultura familiar, a cultura é uma das opções que oferece, entre outras vantagens, baixo custo de produção e boa rentabilidade, desde que as recomendações técnicas de cutivo sejam seguidas.