O programa de produção de mamona para biodiesel encolheu em Pernambuco. “O programa
não deu certo. Faltou semente apropriada, solo e pesquisa para que
houvesse uma maior produtividade”
O programa de produção de mamona para biodiesel encolheu em Pernambuco. O Estado chegou a ter 10 mil pequenos produtores que estavam cultivando a oleaginosa para uma empresa que ia comprar a produção. “O programa não deu certo. Faltou semente apropriada, solo e pesquisa para que houvesse uma maior produtividade”, comentou o diretor de política agrícola da Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Pernambuco (Fetape), Adelson Freitas de Araújo.
Dos 10 mil produtores que iniciaram o programa, somente 4 mil ainda estão plantando mamona no Estado, de acordo com informações da Fetape.
A procura pelo plantio de oleaginosas tem sido tão baixa que foram disponibilizados R$ 50 milhões, desde o ano passado, que poderiam ser emprestados pelo Banco do Nordeste para o plantio de oleaginosas dentro do Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf-biodiesel). Até a semana passada, foram emprestados cerca de R$ 1 milhão.
Outro problema que também afeta o interesse dos pequenos produtores é que eles têm que arranjar contratos de venda das oleaginosas para as empresas que vão fazer o óleo vegetal. “Quando fizemos o programa, a empresa que se comprometeu em comprar, não deu conta de adquirir toda a produção”, explicou Araújo.
No Brasil, o biodiesel é feito misturando o álcool com um óleo vegetal. É por isso que o produto é 100% verde, porque o álcool neste caso é feito da cana-de-açúcar.
Os pequenos agricultores que continuaram plantando a mamona fizeram de forma consorciada com a cultura do feijão.
A Fetape está organizando um novo grupo de mil agricultores pequenos que vão participar de outro programa para plantar mamona a partir de novembro. “Este terá uma assistência técnica, o que também faltou no programa anterior”, afirmou Araújo. Os recursos para realizar o novo plantio deverá sair do Pronaf e cada agricultor deverá receber cerca de R$ 1,5 mil emprestado. “Também será plantada a mamona e o feijão”, comentou.
Jornal do Commercio - PE
O programa de produção de mamona para biodiesel encolheu em Pernambuco. O Estado chegou a ter 10 mil pequenos produtores que estavam cultivando a oleaginosa para uma empresa que ia comprar a produção. “O programa não deu certo. Faltou semente apropriada, solo e pesquisa para que houvesse uma maior produtividade”, comentou o diretor de política agrícola da Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Pernambuco (Fetape), Adelson Freitas de Araújo.
Dos 10 mil produtores que iniciaram o programa, somente 4 mil ainda estão plantando mamona no Estado, de acordo com informações da Fetape.
A procura pelo plantio de oleaginosas tem sido tão baixa que foram disponibilizados R$ 50 milhões, desde o ano passado, que poderiam ser emprestados pelo Banco do Nordeste para o plantio de oleaginosas dentro do Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf-biodiesel). Até a semana passada, foram emprestados cerca de R$ 1 milhão.
Outro problema que também afeta o interesse dos pequenos produtores é que eles têm que arranjar contratos de venda das oleaginosas para as empresas que vão fazer o óleo vegetal. “Quando fizemos o programa, a empresa que se comprometeu em comprar, não deu conta de adquirir toda a produção”, explicou Araújo.
No Brasil, o biodiesel é feito misturando o álcool com um óleo vegetal. É por isso que o produto é 100% verde, porque o álcool neste caso é feito da cana-de-açúcar.
Os pequenos agricultores que continuaram plantando a mamona fizeram de forma consorciada com a cultura do feijão.
A Fetape está organizando um novo grupo de mil agricultores pequenos que vão participar de outro programa para plantar mamona a partir de novembro. “Este terá uma assistência técnica, o que também faltou no programa anterior”, afirmou Araújo. Os recursos para realizar o novo plantio deverá sair do Pronaf e cada agricultor deverá receber cerca de R$ 1,5 mil emprestado. “Também será plantada a mamona e o feijão”, comentou.
Jornal do Commercio - PE