Ontem, o país assinou um acordo de cooperação, com a Costa Rica, para
passar a tecnologia adiante. Aqui, o órgão regulador concluiu que o
óleo da planta é muito viscoso e pode entupir os bicos injetores dos
motores.
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) considera a mamona — símbolo do programa de biodiesel do presidente Luiz Inácio Lula da Silva — inapropriada como matéria-prima única para combustíveis. Mas só no Brasil.
Ontem, o país assinou um acordo de cooperação, com a Costa Rica, para passar a tecnologia adiante. Aqui, o órgão regulador concluiu que o óleo da planta é muito viscoso e pode entupir os bicos injetores dos motores.
O protocolo assinado inclui a mandioca como matéria-prima para biocombustíveis. Durante visita do presidente Oscar Arias, os países ratificaram um acordo para “capacitar os costarriquenhos em técnicas agropecuárias para incremento da produtividade das culturas de mamona e mandioca”.
O programa de uso da mamona para biocombustíveis foi lançado pelo governo em 2005. Em 2006, numa audiência com Lula, o governador do Paraná, Roberto Requião, cometeu uma gafe: provou a planta, sem saber que ela é tóxica. Alertado por Lula, cuspiu. Apesar de a mamona ser a “celebridade”, a principal matéria-prima do biodiesel é a soja.
A ANP fez novas especificações para o biodiesel e exigiu que 80% do produto teriam de ser compostos por óleos de soja, pinhão manso ou algodão, limitando a 20% a participação da mamona. Mesmo com as restrições, empresários do setor acreditam no aumento da produção do óleo da mamona. Atualmente, são cerca de 120 mil toneladas por ano, e há possibilidade de até 500 mil toneladas.
Chico de Gois
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) considera a mamona — símbolo do programa de biodiesel do presidente Luiz Inácio Lula da Silva — inapropriada como matéria-prima única para combustíveis. Mas só no Brasil.
Ontem, o país assinou um acordo de cooperação, com a Costa Rica, para passar a tecnologia adiante. Aqui, o órgão regulador concluiu que o óleo da planta é muito viscoso e pode entupir os bicos injetores dos motores.
O protocolo assinado inclui a mandioca como matéria-prima para biocombustíveis. Durante visita do presidente Oscar Arias, os países ratificaram um acordo para “capacitar os costarriquenhos em técnicas agropecuárias para incremento da produtividade das culturas de mamona e mandioca”.
O programa de uso da mamona para biocombustíveis foi lançado pelo governo em 2005. Em 2006, numa audiência com Lula, o governador do Paraná, Roberto Requião, cometeu uma gafe: provou a planta, sem saber que ela é tóxica. Alertado por Lula, cuspiu. Apesar de a mamona ser a “celebridade”, a principal matéria-prima do biodiesel é a soja.
A ANP fez novas especificações para o biodiesel e exigiu que 80% do produto teriam de ser compostos por óleos de soja, pinhão manso ou algodão, limitando a 20% a participação da mamona. Mesmo com as restrições, empresários do setor acreditam no aumento da produção do óleo da mamona. Atualmente, são cerca de 120 mil toneladas por ano, e há possibilidade de até 500 mil toneladas.
Chico de Gois
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