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Ufop pressiona UE por metas para biocombustíveis

UfopMetas 051214Principal entidade do setor de biodiesel alemã, a Ufop, está cobrando metas para biocombusteis nas políticas de mudanças climáticas da UE.
BiodieselBR.com 2 min de leitura
Principal associação representativa da indústria de biodiesel na Alemanha, a União para a Promoção de Óleos e Proteínas Vegetais (Ufop, na sigla original) está saindo em defesa da manutenção das políticas da União Europeia (UE) para biocombustíveis. A organização quer mais clareza por parte da UE a respeito do espaço que os biocombustíveis terão na política climática e energética a ser adotada pelo bloco a partir de 2020.

Principal associação representativa da indústria de biodiesel na Alemanha, a União para a Promoção de Óleos e Proteínas Vegetais (Ufop, na sigla original) está saindo em defesa da manutenção das políticas da União Europeia (UE) para biocombustíveis. A organização quer mais clareza por parte da UE a respeito do espaço que os biocombustíveis terão na política climática e energética a ser adotada pelo bloco a partir de 2020.

A questão vem sendo debatida pelos países que formam o bloco desde o começo do ano [http://www.biodieselbr.com/noticias/inter/ue/biocombusttieis-fora-metas-emissao-carbono-europa-230114.htm]. Mas, até agora, os documentos oficiais têm praticamente ignorado o setor de biocombustíveis. O pacote e metas aprovado no final de outubro [http://www.biodieselbr.com/noticias/inter/ue/ue-mantem-metas-biocombustiveis-suspenso-271014.htm] não inclui metas específicas para o segmento. 

Em artigo publicado pela entidade, a falta de uma meta específica obrigatória para os estados-membros da UE foi classificada como “o fim da [política de] promoção de biocombustíveis convencionais”. Segundo o texto, os biocombustíveis de 2ª geração – que os países europeus querem passar a promover – não estarão disponíveis no mercado no volume necessário antes 2020 e que qualquer política de deveria oferecer igualdade de tratamento. “A base de uma eventual substituição gradual [dos biocombustíveis de 1ª pelos de 2ª geração] deveria ser a competição tecnologicamente neutra”, declara a Ufop. 

Ainda de acordo com a entidade, os critérios de sustentabilidade exigidos para a entrada no mercado europeu de biocombustíveis têm incentivado outros países a adotarem certificações de seus produtos e critérios ambientais mais rígidos.

“Os políticos deveriam reconhecer o sucesso dos biocombustíveis de 1ª geração como resultado da política de proteção climática da Europa”, defende o artigo.

O documento da Ufop pode ser lido na íntegra (em inglês) clicando aqui [http://www.ufop.de/index.php/download_file/view/3449/966/].

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
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