O governo da Tailândia adiou a entrada em vigor do B7 por causa da redução do ritmo de produção das plantações de palma.
O governo da Tailândia adiou a entrada em vigor do B7. A intenção de aumentar a mistura obrigatória de 5% para 7% havia sido anunciada em maio passado e deveria ter começado a valer no começo desse mês.
Não só isso, agora, o governo tailandês está estudando a possibilidade de reduzir a mistura para B4.
A decisão do governo tailandês em segurar provisoriamente o aumento se deve a um cenário oposto ao de sobreoferta de óleo de palma que se verificava em 2013. Na época em que a medida foi anunciada, o país asiático estava preocupado em dar vazão aos estoques de óleo de palma que estavam em crescimento.
A situação se inverteu no final do ano passado quando a produção nos dendezais começou a cair. Segundo o ministro do Comércio da Tailândia, Niwatthamrong Boonsongpaisan, no final de 2013 a oferta de óleo caiu do habitual patamar de 1 milhão de toneladas mensais estacionando entre 800 mil a 900 mil toneladas.
Expectativas
O ministro do Comércio do país acredita que a implementação dessas medidas irá ajudar a manter os níveis dos estoques o que evitaria impactos nos preços e no abastecimento do produto consumido pelas famílias tailandesas.
O ministro também manifestou a esperança de que a oferta da oleaginosa retome seu patamar normal em março, com o início da safra.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações National News Bureau of Thailand
O governo da Tailândia adiou a entrada em vigor do B7. A intenção de aumentar a mistura obrigatória de 5% para 7% havia sido anunciada em maio passado e deveria ter começado a valer no começo desse mês.
Não só isso, agora, o governo tailandês está estudando a possibilidade de reduzir a mistura para B4.
A decisão do governo tailandês em segurar provisoriamente o aumento se deve a um cenário oposto ao de sobreoferta de óleo de palma que se verificava em 2013. Na época em que a medida foi anunciada, o país asiático estava preocupado em dar vazão aos estoques de óleo de palma que estavam em crescimento.
A situação se inverteu no final do ano passado quando a produção nos dendezais começou a cair. Segundo o ministro do Comércio da Tailândia, Niwatthamrong Boonsongpaisan, no final de 2013 a oferta de óleo caiu do habitual patamar de 1 milhão de toneladas mensais estacionando entre 800 mil a 900 mil toneladas.
Expectativas
O ministro do Comércio do país acredita que a implementação dessas medidas irá ajudar a manter os níveis dos estoques o que evitaria impactos nos preços e no abastecimento do produto consumido pelas famílias tailandesas.
O ministro também manifestou a esperança de que a oferta da oleaginosa retome seu patamar normal em março, com o início da safra.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações National News Bureau of Thailand