O setor de biodiesel dos Estados Unidos está vivendo um final de ano agitado. Além da EPA ter publicado as metas finais da RFS colocando ponto final a mais de dois anos de espera, o Congresso do pais está analisando uma proposta para reformar incentivos tributários concedidos à indústria.
O setor de biodiesel dos Estados Unidos está vivendo um final de ano agitado. Além da EPA ter publicado as metas finais do RFS colocando ponto final a mais de dois anos de espera, o Congresso do pais está analisando uma proposta para reformar incentivos tributários concedidos à indústria.
A proposta foi apresentada nessa quinta-feira (03) na Câmara e no Senado norte-americanos por um grupo que reúne parlamentares dos partidos Republicano e Democrata. Ela não só renova o subsídio no valor de US$ 1 por galão (cerca de 3,78 litros) retroativamente para todo o ano de 2015 e para o ano que vem, como ainda propõem sua reformulação de forma a atender uma demanda dos fabricantes dos fabricantes.
Hoje, o incentivo é pago na etapa da mistura de biodiesel ao diesel convencional – ou seja, entra na conta dos distribuidores. Os produtores alegam que, sob esse arranjo, o biodiesel importado também acaba sendo beneficiado. Por isso, as usinas querem que o dinheiro passe a ser pago diretamente aos produtores. “Este ano já vimos 500 milhões de galões [1,9 bilhão de litros] de biocombustível estrangeiro entrando nos Estados Unidos para tirar vantagem desse incentivo”, denunciou Anne Steckel, vice-presidente de assuntos federais da NBB – a principal associação de usinas do país. “O ponto central desta política é criar empregos na indústria dos EUA ao mesmo tempo em que fortalecemos nossa segurança energética”, completa.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações da Biodiesel Magazine
O setor de biodiesel dos Estados Unidos está vivendo um final de ano agitado. Além da EPA ter publicado as metas finais do RFS colocando ponto final a mais de dois anos de espera, o Congresso do pais está analisando uma proposta para reformar incentivos tributários concedidos à indústria.
A proposta foi apresentada nessa quinta-feira (03) na Câmara e no Senado norte-americanos por um grupo que reúne parlamentares dos partidos Republicano e Democrata. Ela não só renova o subsídio no valor de US$ 1 por galão (cerca de 3,78 litros) retroativamente para todo o ano de 2015 e para o ano que vem, como ainda propõem sua reformulação de forma a atender uma demanda dos fabricantes dos fabricantes.
Hoje, o incentivo é pago na etapa da mistura de biodiesel ao diesel convencional – ou seja, entra na conta dos distribuidores. Os produtores alegam que, sob esse arranjo, o biodiesel importado também acaba sendo beneficiado. Por isso, as usinas querem que o dinheiro passe a ser pago diretamente aos produtores. “Este ano já vimos 500 milhões de galões [1,9 bilhão de litros] de biocombustível estrangeiro entrando nos Estados Unidos para tirar vantagem desse incentivo”, denunciou Anne Steckel, vice-presidente de assuntos federais da NBB – a principal associação de usinas do país. “O ponto central desta política é criar empregos na indústria dos EUA ao mesmo tempo em que fortalecemos nossa segurança energética”, completa.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações da Biodiesel Magazine