O governo do Peru vai impor tarifas antidumping sobre as importações de biodiesel vindas da Argentina.
O governo do Peru vai mesmo passar a cobrar tarifas antidumping do biodiesel vindo da Argentina. A medida foi oficializada nessa terça-feira (25) por meio de uma resolução publicada pelo Instituto Nacional da Competição e da Proteção da Propriedade Intelectual (Indecopi) e vai valer pelos próximos cinco anos.
O governo do Peru vai mesmo passar a cobrar tarifas antidumping do biodiesel vindo da Argentina. A medida foi oficializada nessa terça-feira (25) por meio de uma resolução publicada pelo Instituto Nacional da Competição e da Proteção da Propriedade Intelectual (Indecopi) e vai valer pelos próximos cinco anos.
A partir de agora, qualquer usina de biodiesel argentina que quiser acessar o mercado peruano terá que pagar entre US$ 122,00 e US$ 191,60 para cada tonelada de biocombustível embarcada. Esse valor equivale a algo em torno de 17% a 31,6% do valor do biocombustível.
Protesto
O mercado já sabia que esta medida estava a caminho. A decisão do Indecopi havia sido anunciada em fevereiro, mas ainda não estava valendo em atendimento à pedidos do governo argentino.
O processo que deu origem à medida foi iniciado em abril de 2014 pelo Grupo Romero – corporação peruana com atuação no setor agroindustrial incluindo a produção de óleo de palma. A empresa alega que o biodiesel feito com óleo de soja argentino chega ao mercado peruano a preços que inviabilizam a produção nacional.
A Câmara Argentina de Biocombustíveis (Carbio) protestou contra a decisão. “Estamos decepcionados com essa resolução”, afirmou o presidente da associação que reúne os maiores fabricantes de biodiesel do país vizinho, Luis Zubizarreta, por meio de um comunicado oficial na qual classificou a medida do país vizinho como “protecionais” e contrária às normas internacionais da Organização Mundial de Comércio.
A Argentina é o maior fornecedor de biodiesel para o Peru. Segundo a Carbio, as vendas anuais chegam a US$ 150 milhões.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O governo do Peru vai mesmo passar a cobrar tarifas antidumping do biodiesel vindo da Argentina. A medida foi oficializada nessa terça-feira (25) por meio de uma resolução publicada pelo Instituto Nacional da Competição e da Proteção da Propriedade Intelectual (Indecopi) e vai valer pelos próximos cinco anos.
A partir de agora, qualquer usina de biodiesel argentina que quiser acessar o mercado peruano terá que pagar entre US$ 122,00 e US$ 191,60 para cada tonelada de biocombustível embarcada. Esse valor equivale a algo em torno de 17% a 31,6% do valor do biocombustível.
Protesto
O mercado já sabia que esta medida estava a caminho. A decisão do Indecopi havia sido anunciada em fevereiro, mas ainda não estava valendo em atendimento à pedidos do governo argentino.
O processo que deu origem à medida foi iniciado em abril de 2014 pelo Grupo Romero – corporação peruana com atuação no setor agroindustrial incluindo a produção de óleo de palma. A empresa alega que o biodiesel feito com óleo de soja argentino chega ao mercado peruano a preços que inviabilizam a produção nacional.
A Câmara Argentina de Biocombustíveis (Carbio) protestou contra a decisão. “Estamos decepcionados com essa resolução”, afirmou o presidente da associação que reúne os maiores fabricantes de biodiesel do país vizinho, Luis Zubizarreta, por meio de um comunicado oficial na qual classificou a medida do país vizinho como “protecionais” e contrária às normas internacionais da Organização Mundial de Comércio.
A Argentina é o maior fornecedor de biodiesel para o Peru. Segundo a Carbio, as vendas anuais chegam a US$ 150 milhões.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com