A indústria de biodiesel argentina acaba de levar mais um golpe no mercado internacional. Dessa vez foi o governo do Peru que anunciou que deverá passar a cobrar tarifas antidumping do biocombustível oriundo da Argentina. A medida foi anunciada na semana passa da pelo tribunal do Instituto Nacional de Defesa da Concorrência e de Proteção da Propriedade Intelectual (Indecopi).
A indústria de biodiesel argentina acaba de levar mais um golpe no mercado internacional. Dessa vez foi o governo do Peru que anunciou que deverá passar a cobrar tarifas antidumping do biocombustível oriundo da Argentina. A foi anunciada na semana passa da pelo tribunal do Instituto Nacional de Defesa da Concorrência e de Proteção da Propriedade Intelectual (Indecopi).
A tarifa no valor de US$ 208,20 para cada tonelada de biodiesel é uma resposta a um processo iniciado em abril de 2014 pelas Indústrias del Espino – grupo industrial peruano atuante no ramo de óleo de palma. Segundo os empresários locais, o biodiesel argentino entra no país a preços muito abaixo dos custos dos produtores locais graças à incentivos concedidos pela Casa Rosada.
No primeiro semestre de 2014, as exportações argentinas de biodiesel chegaram a representar 99% do mercado peruano para o produto. Desde 2011, o Peru uso o B5 em seu mercado com um consumo equivalente a 283 milhões de litros no ano passado.
A medida valerá por cinco anos.
Nem todos
O valor não incidirá sobre todos os fabricantes argentinos. Um grupo de oito usinas conseguiram convencer o Indecopi que não recebem integralmente os subsídios e terão seu produto taxado entre US$ 15,40 e US$ 31,30 por tonelada.
A Câmara Argentina dos Biocombustíveis (Carbio) – principalmente órgão de representação do setor na Argentina – já anunciou sua intenção de recorrer da decisão.
Esse não é o primeiro revés importante que as usinas da Argentina enfrentam. Desde novembro de 2013, a União Europeia vem tarifando as importações de nossos vizinhos também em função de um processo antidumping.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A indústria de biodiesel argentina acaba de levar mais um golpe no mercado internacional. Dessa vez foi o governo do Peru que anunciou que deverá passar a cobrar tarifas antidumping do biocombustível oriundo da Argentina. A foi anunciada na semana passa da pelo tribunal do Instituto Nacional de Defesa da Concorrência e de Proteção da Propriedade Intelectual (Indecopi).
A tarifa no valor de US$ 208,20 para cada tonelada de biodiesel é uma resposta a um processo iniciado em abril de 2014 pelas Indústrias del Espino – grupo industrial peruano atuante no ramo de óleo de palma. Segundo os empresários locais, o biodiesel argentino entra no país a preços muito abaixo dos custos dos produtores locais graças à incentivos concedidos pela Casa Rosada.
No primeiro semestre de 2014, as exportações argentinas de biodiesel chegaram a representar 99% do mercado peruano para o produto. Desde 2011, o Peru uso o B5 em seu mercado com um consumo equivalente a 283 milhões de litros no ano passado.
A medida valerá por cinco anos.
Nem todos
O valor não incidirá sobre todos os fabricantes argentinos. Um grupo de oito usinas conseguiram convencer o Indecopi que não recebem integralmente os subsídios e terão seu produto taxado entre US$ 15,40 e US$ 31,30 por tonelada.
A Câmara Argentina dos Biocombustíveis (Carbio) – principalmente órgão de representação do setor na Argentina – já anunciou sua intenção de recorrer da decisão.
Esse não é o primeiro revés importante que as usinas da Argentina enfrentam. Desde novembro de 2013, a União Europeia vem tarifando as importações de nossos vizinhos também em função de um processo antidumping.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com