A indústria de biodiesel da Argentina teve um primeiro semestre para ninguém botar defeito: a produção das usinas ultrapassou a marca de 1,35 milhão de toneladas. Isso representa um salto 22,5% sobre o resultado do mesmo período do ano passado.
A indústria de biodiesel da Argentina teve um primeiro semestre para ninguém botar defeito: a produção das usinas ultrapassou a marca de 1,35 milhão de toneladas. Isso representa um salto 22,5% sobre o resultado do mesmo período do ano passado.
Ainda não chega a ser um recorde. Em 2012, a produção nos seis primeiros meses do ano somou 1,41 milhão de toneladas. Mas há bons sinais no horizonte com o ritmo de produção se acelerando substancialmente entre o primeiro e o segundo trimestres.
De janeiro a março, as usinas argentinas colocaram no mercado 524,4 mil toneladas. No trimestre seguinte, no entanto, o volume fabricado saltou para 828,9 mil toneladas – aumento de 58%.
Não chega a ser um recorde trimestral – este pertence ao 3T de 2014 com 848,8 mil toneladas fabricadas – mas supera bastante os resultados individuais dos dois primeiros trimestres de 2012. Logo, desde que o nível de produção não sofra um revés repentino, este ano tem tudo para se tornar o melhor para a indústria de biodiesel do país vizinho.
Exportação
O salto no desempenho no 2T tem muito a ver com uma recuperação no nível de exportações de biodiesel argentinas. Entre abril e junho, 560,7 mil toneladas foram embarcadas para fora do país.
Com isso, a demanda externa se recuperou da derrapada registrada no 1T de 2017 para retomar patamares compatíveis com os da segunda metade do ano passado.
Ainda não se materializaram as turbulências prometidas pela investigação por dumping movida pelo governo dos Estados Unidos e que pode terminar com a imposição de barreiras ao biodiesel argentino.
Além disso, a União Europeia poderá, dentro dos próximos meses, voltar a receber biodiesel da Argentina.
Embora menos vistoso, o mercado interno argentino vem se expandindo – o trimestre passado foi o melhor da história com 291 mil toneladas demandadas – e garantindo uma dose de regularidade que as exportações não tem apresentado.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A indústria de biodiesel da Argentina teve um primeiro semestre para ninguém botar defeito: a produção das usinas ultrapassou a marca de 1,35 milhão de toneladas. Isso representa um salto 22,5% sobre o resultado do mesmo período do ano passado.
Ainda não chega a ser um recorde. Em 2012, a produção nos seis primeiros meses do ano somou 1,41 milhão de toneladas. Mas há bons sinais no horizonte com o ritmo de produção se acelerando substancialmente entre o primeiro e o segundo trimestres.
De janeiro a março, as usinas argentinas colocaram no mercado 524,4 mil toneladas. No trimestre seguinte, no entanto, o volume fabricado saltou para 828,9 mil toneladas – aumento de 58%.
Não chega a ser um recorde trimestral – este pertence ao 3T de 2014 com 848,8 mil toneladas fabricadas – mas supera bastante os resultados individuais dos dois primeiros trimestres de 2012. Logo, desde que o nível de produção não sofra um revés repentino, este ano tem tudo para se tornar o melhor para a indústria de biodiesel do país vizinho.
Exportação
O salto no desempenho no 2T tem muito a ver com uma recuperação no nível de exportações de biodiesel argentinas. Entre abril e junho, 560,7 mil toneladas foram embarcadas para fora do país.
Com isso, a demanda externa se recuperou da derrapada registrada no 1T de 2017 para retomar patamares compatíveis com os da segunda metade do ano passado.
Ainda não se materializaram as turbulências prometidas pela investigação por dumping movida pelo governo dos Estados Unidos e que pode terminar com a imposição de barreiras ao biodiesel argentino.
Além disso, a União Europeia poderá, dentro dos próximos meses, voltar a receber biodiesel da Argentina.
Embora menos vistoso, o mercado interno argentino vem se expandindo – o trimestre passado foi o melhor da história com 291 mil toneladas demandadas – e garantindo uma dose de regularidade que as exportações não tem apresentado.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com