Dados preliminares sobre as exportações de biodiesel da Argentina no mês de abril indicam que a crise do setor está se aprofundando. Segundo a Câmara Argentina de Biocombustíveis (Carbio) – entidade que reúne os maiores fabricantes de biodiesel do país vizinho –, o volume exportado caiu mais de 75%.
Dados preliminares sobre as exportações de biodiesel da Argentina no mês de abril indicam que a crise do setor está se aprofundando. Segundo a Câmara Argentina de Biocombustíveis (Carbio) – entidade que reúne os maiores fabricantes de biodiesel do país vizinho –, o volume exportado caiu mais de 75%.
Em termos de volume apenas 12 mil toneladas foram embarcadas para fora do país ao longo de abril. Isso faz dele o pior mês num ano que já vinha sendo muito ruim para as usinas argentinas. Em relação à média dos três primeiros meses do ano, o recuo chega dois terços.
As exportações de abril representaram cerca de 9,5% da produção do país. Uma queda considerável em relação aos 38,5% registrados no primeiro trimestre.
Causas
Além de terem sido praticamente banidas da União Europeia – onde são acusadas de praticar dumping –, as usinas argentinas têm enfrentado dificuldades em se manterem competitivas depois que os preços do petróleo começaram a se retrair no ano passado.
Sem a demanda europeia, o biodiesel argentino precisa competir em mercados onde não há políticas de mistura obrigatória para que o obriga a competir diretamente com o diesel de petróleo para manter seu nível de vendas.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Dados preliminares sobre as exportações de biodiesel da Argentina no mês de abril indicam que a crise do setor está se aprofundando. Segundo a Câmara Argentina de Biocombustíveis (Carbio) – entidade que reúne os maiores fabricantes de biodiesel do país vizinho –, o volume exportado caiu mais de 75%.
Em termos de volume apenas 12 mil toneladas foram embarcadas para fora do país ao longo de abril. Isso faz dele o pior mês num ano que já vinha sendo muito ruim para as usinas argentinas. Em relação à média dos três primeiros meses do ano, o recuo chega dois terços.
As exportações de abril representaram cerca de 9,5% da produção do país. Uma queda considerável em relação aos 38,5% registrados no primeiro trimestre.
Causas
Além de terem sido praticamente banidas da União Europeia – onde são acusadas de praticar dumping –, as usinas argentinas têm enfrentado dificuldades em se manterem competitivas depois que os preços do petróleo começaram a se retrair no ano passado.
Sem a demanda europeia, o biodiesel argentino precisa competir em mercados onde não há políticas de mistura obrigatória para que o obriga a competir diretamente com o diesel de petróleo para manter seu nível de vendas.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com