Depois de uma surpreendente reação, a indústria de biocombustíveis da Argentina agora se deparou com outro desafio. A desvalorização do barril do petróleo vem impactando sua competitividade.Depois de uma surpreendente reação, a indústria de biocombustíveis da Argentina aogra se deparou com outro desafio. A desvalorização do barril do petróleo vem impactando sua competitividade.

Depois de uma surpreendente reação, a indústria de biocombustíveis da Argentina aogra se deparou com outro desafio. A desvalorização do barril do petróleo vem impactando sua competitividade.
"Há um mês, as coisas voltaram a ficar complicadas com a baixa do [preço] diesel", evidenciou Luis Zubizarreta, presidente da Câmara Argentina de Biocombustíveis (Carbio). Segundo ele, o setor aguarda a queda na cotação do óleo de soja – principal matéria-prima usada pela indústria argentina – para que o biodiesel possa ganhar força novamente.
Para o presidente da Carbio, a cotação do barril do petróleo não deve permanecer baixa por muito tempo. Contudo, até que os preços se estabilizem, o setor de biodiesel deve ser afetado. "Será complicado nos próximos meses", admitiu.
Inconstância
Zubizarreta acredita que o governo esteja "acompanhando" a situação, sendo possível que as autoridades argentinas baixem novamente os impostos sobre as exportações em função desse novo contexto internacional. No entanto, o presidente da Carbio avalia a medida como paliativa, já que não oferece previsibilidade para o produtor pautar vendas para o exterior a longo prazo, limitando-se à mera transação mensal.
"Temos um período de 30 dias para embarcar dentro dos níveis de taxação publicados em cada momento. Não podemos vender posições futuras porque existe a possibilidade de, no momento em que embarcamos as mercadorias, as deduções serem outras. Essa situação gera insegurança", expôs Zubizarreta.
O presidente da Carbio defende a implementação pelo governo de medidas que tornem a variação da taxa de exportação mais dilatada, bem como possibilitem a elaboração de cronograma de embarques. A ideia é assegurar um nível de produção constante, que permita a montagem de um programa de retenção no momento da venda.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Next Fuel

Depois de uma surpreendente reação, a indústria de biocombustíveis da Argentina aogra se deparou com outro desafio. A desvalorização do barril do petróleo vem impactando sua competitividade.
"Há um mês, as coisas voltaram a ficar complicadas com a baixa do [preço] diesel", evidenciou Luis Zubizarreta, presidente da Câmara Argentina de Biocombustíveis (Carbio). Segundo ele, o setor aguarda a queda na cotação do óleo de soja – principal matéria-prima usada pela indústria argentina – para que o biodiesel possa ganhar força novamente.
Para o presidente da Carbio, a cotação do barril do petróleo não deve permanecer baixa por muito tempo. Contudo, até que os preços se estabilizem, o setor de biodiesel deve ser afetado. "Será complicado nos próximos meses", admitiu.
Inconstância
Zubizarreta acredita que o governo esteja "acompanhando" a situação, sendo possível que as autoridades argentinas baixem novamente os impostos sobre as exportações em função desse novo contexto internacional. No entanto, o presidente da Carbio avalia a medida como paliativa, já que não oferece previsibilidade para o produtor pautar vendas para o exterior a longo prazo, limitando-se à mera transação mensal.
"Temos um período de 30 dias para embarcar dentro dos níveis de taxação publicados em cada momento. Não podemos vender posições futuras porque existe a possibilidade de, no momento em que embarcamos as mercadorias, as deduções serem outras. Essa situação gera insegurança", expôs Zubizarreta.
O presidente da Carbio defende a implementação pelo governo de medidas que tornem a variação da taxa de exportação mais dilatada, bem como possibilitem a elaboração de cronograma de embarques. A ideia é assegurar um nível de produção constante, que permita a montagem de um programa de retenção no momento da venda.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Next Fuel