A Câmara Argentina de Biocombustíveis (Carbio) reportou uma queda de 57% nas exportações de biodiesel de seus associados durante o primeiro trimestre do ano. Segundo a entidade, o volume de biocombustível comercializado pelos produtores associados nos primeiros três meses de 2015 foi de cerca de 90,6 mil toneladas de biodiesel.
A Câmara Argentina de Biocombustíveis (Carbio) reportou uma queda de 57% nas exportações de biodiesel de seus associados durante o primeiro trimestre do ano. Segundo a entidade, o volume de biocombustível comercializado pelos produtores associados nos primeiros três meses de 2015 foi de cerca de 90,6 mil toneladas de biodiesel.
Ainda de acordo com a entidade, o percentual de produção exportado também caiu drasticamente. Neste primeiro trimestre, apenas 27,3% do volume produzido foi enviado para fora do país, contra 53,8% registrados no mesmo período do ano passado.
Fatores
A queda dos preços do barril de petróleo tem afetado as perspecetivas da indústria. Isso porque o óleo de soja tem se se mostrado consistentemente mais caro quando comparado à média dos combustíveis fósseis, o que inviabiliza a produção de biodiesel a preços competitivos.
O plano de tornar o mercado norte-americano um novo destino para as suas exportações de biodiesel – uma das principais apostas da indústria argentina depois do revés sofrido na União Europeia – também enfrenta contratempos.
Muito embora o país sul-americano já tenha conseguido da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA, na sigla em inglês) facilidades para vender seu biocombustível nos mercado norte-americano, a indústria de biodiesel norte-americana, que também não passa por um bom momento, tem feito uma forte oposição à decisão.
O National Biodiesel Board, maior associação de fabricantes de biodiesel dos Estados Unidos, apresentou em março uma petição à EPA solicitando que a agência norte-americana racionalize as importações de biodiesel argentino.
Embora não seja o resultado oficial o setor, como a Carbio congrega as maiores usinas exportadoras do país vizinho, o número é um bom termômetro sobre a produção de biodiesel na Argentina.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Platts
A Câmara Argentina de Biocombustíveis (Carbio) reportou uma queda de 57% nas exportações de biodiesel de seus associados durante o primeiro trimestre do ano. Segundo a entidade, o volume de biocombustível comercializado pelos produtores associados nos primeiros três meses de 2015 foi de cerca de 90,6 mil toneladas de biodiesel.
Ainda de acordo com a entidade, o percentual de produção exportado também caiu drasticamente. Neste primeiro trimestre, apenas 27,3% do volume produzido foi enviado para fora do país, contra 53,8% registrados no mesmo período do ano passado.
Fatores
A queda dos preços do barril de petróleo tem afetado as perspecetivas da indústria. Isso porque o óleo de soja tem se se mostrado consistentemente mais caro quando comparado à média dos combustíveis fósseis, o que inviabiliza a produção de biodiesel a preços competitivos.
O plano de tornar o mercado norte-americano um novo destino para as suas exportações de biodiesel – uma das principais apostas da indústria argentina depois do revés sofrido na União Europeia – também enfrenta contratempos.
Muito embora o país sul-americano já tenha conseguido da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA, na sigla em inglês) facilidades para vender seu biocombustível nos mercado norte-americano, a indústria de biodiesel norte-americana, que também não passa por um bom momento, tem feito uma forte oposição à decisão.
O National Biodiesel Board, maior associação de fabricantes de biodiesel dos Estados Unidos, apresentou em março uma petição à EPA solicitando que a agência norte-americana racionalize as importações de biodiesel argentino.
Embora não seja o resultado oficial o setor, como a Carbio congrega as maiores usinas exportadoras do país vizinho, o número é um bom termômetro sobre a produção de biodiesel na Argentina.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Platts