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Demanda de biodiesel na Alemanha foi a maior em 6 anos

Mercado de alternativas renováveis ao diesel fóssil manteve trajetória de crescimento pelo terceiro ano seguido

BiodieselBR.com 2 min de leitura

Embora já não seja – há muito tempo – a grande superpotência global do mercado de alternativas renováveis ao óleo diesel, a Alemanha vem reconquistando um pouco do brilho perdido nos últimos anos. Segundo dados divulgados pelo Escritório Federal de Assuntos Econômicos e Controle de Exportações (Bafa, na sigla original), a demanda do país por biodiesel e óleo vegetal hidrotratado (HVO) atingiu seu maior ponto nos seis últimos anos.

Embora já não seja – há muito tempo – a grande superpotência global do mercado de alternativas renováveis ao óleo diesel, a Alemanha vem reconquistando um pouco do brilho perdido nos últimos anos. Segundo dados divulgados pelo Escritório Federal de Assuntos Econômicos e Controle de Exportações (Bafa, na sigla original), a demanda do país por biodiesel e óleo vegetal hidrotratado (HVO) atingiu seu maior ponto nos seis últimos anos.

Pelas contas do órgão governamental, ao longo de 2018 os motoristas alemães consumiram um total de 2,63 bilhões de litros de biodiesel e HVO – crescimento de 4,8% sobre o resultado de 2017. Esse foi o terceiro maior resultado no histórico, perdendo somente para os anos de 2012 e 2013.

O bom resultado se deve principalmente os três primeiros trimestres do ano. Entre outubro a dezembro, a demanda esfriou para 606,5 milhões de litros – a menor do ano.

Contramão

Esse crescimento veio na contramão do mercado de diesel que experimentou uma contração de quase 3,7% em 2018. Depois de atingir o recorde de 45,8 bilhões de litros em 2017, o consumo de óleo diesel da Alemanha caiu para 43,7 bilhões de litros no ano passado.

Com isso, a adição de combustíveis renováveis ao diesel fóssil voltou a superar a marca de 6% pela primeira vez desde 2014. O percentual vem subindo desde 2016.

Apesar da melhora pronunciada, o percentual de biocombustível adicionado ao diesel fóssil pelas petroleiras alemãs ainda não se recuperou do tombo que levou em 2014. Entre 2010 e 2013, a mistura variou entre 6,8% e 6,7%.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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