Agregar valor à produção sempre foi o grande desafio das agroindústrias brasileiras. Em tempos de crise, esse ideal se transforma em necessidade para a sobrevivência no mercado e, não raro, se traduz em soluções criativas e pioneiras. O Grupo Bertin, um dos maiores frigoríficos do país, não fugiu à regra e encontrou uma solução inovadora para um produto de baixíssimo valor: o sebo.
A empresa, com sede em Lins, SP, anunciou que está construindo uma usina de biodiesel produzido a partir de sebo bovino. "Trata-se da maior usina deste segmento no mundo", diz José Luiz Olivério, vice-presidente da Dedini, empresa contratada para fornecer equipamentos da unidade industrial de energia.
O novo empreendimento entrará em operação em junho de 2006, com processamento de 300 toneladas de sebo por dia e capacidade de produção de 100 mil toneladas de biodiesel por ano, o equivalente a 110 milhões de litros. Esse volume atenderá 14% da demanda nacional por biodiesel, considerando-se a mistura obrigatória de 2% do biocombustível ao diesel a partir de 2008. Para atender esses 2% estima-se que a produção nacional oscile em 800 milhões de litros.
A empresa, com sede em Lins, SP, anunciou que está construindo uma usina de biodiesel produzido a partir de sebo bovino. "Trata-se da maior usina deste segmento no mundo", diz José Luiz Olivério, vice-presidente da Dedini, empresa contratada para fornecer equipamentos da unidade industrial de energia.
O novo empreendimento entrará em operação em junho de 2006, com processamento de 300 toneladas de sebo por dia e capacidade de produção de 100 mil toneladas de biodiesel por ano, o equivalente a 110 milhões de litros. Esse volume atenderá 14% da demanda nacional por biodiesel, considerando-se a mistura obrigatória de 2% do biocombustível ao diesel a partir de 2008. Para atender esses 2% estima-se que a produção nacional oscile em 800 milhões de litros.
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