Mais uma vez, os biocombustíveis marcaram presença entre os principais ingredientes de um discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva – desta vez, na abertura da Assembléia Geral da ONU em Nova York
Mais uma vez, os biocombustíveis marcaram presença entre os principais ingredientes de um discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva – desta vez, na abertura da Assembléia Geral da ONU em Nova York. Conclamando o mundo a buscar urgentemente uma nova matriz energética, Lula defendeu os biocombustíveis como vitais para construí-la.
O presidente destacou a forte redução nas emissões de gases causadores de efeito estufa e as dezenas de milhões de toneladas em emissões de CO2 evitadas nos últimos 30 anos no Brasil com o uso do etanol. E citou as oportunidades para países em desenvolvimento que o etanol e o biodiesel podem representar: autonomia energética com baixos investimentos, geração de empregos e de renda, apoio à agricultura familiar e redução nas importações ao mesmo tempo que excedentes exportáveis são produzidos.
Lula frisou que a experiência brasileira de mais de três décadas também mostra que a produção de biocombustíveis não afeta a segurança alimentar, lembrando que a cana destinada à produção de etanol ocupa apenas 1% das terras agricultáveis brasileiras e que a fome no mundo não decorre da falta de alimentos e sim da falta de renda que afeta quase um bilhão de pessoas.
Afirmando que é plenamente possível combinar biocombustíveis, preservação ambiental e produção de alimentos, Lula garantiu que no Brasil, todas as garantias sociais e ambientais serão dadas à produção do etanol e do biodiesel. Um dos instrumentos que ajudará esse esforço, segundo o presidente, é o Zoneamento Agroecológico do país que deverá ser anunciado em breve, definindo quais as áreas agricultáveis que podem ser destinadas à produção de biocombustíveis.
Ao concluir, Lula avisou que os biocombustíveis brasileiros estarão presentes no mercado mundial com um selo que garanta suas qualidades sócio-laborais e ambientais, lembrando que “a sustentabilidade do desenvolvimento não é apenas uma questão ambiental; é também um desafio social.” O presidente aproveitou para citar a conferência internacional sobre biocombustíveis que o governo vai realizar em São Paulo em novembro, “lançando as bases de uma ampla cooperação mundial no setor. Faço aqui um convite a todos os países para que participem,” completou.
Para o presidente da UNICA Marcos Sawaya Jank, que acompanhou o discurso de Lula em Washington, o presidente acertou ao reforçar os pontos mais importantes que devem sempre ser destacados a respeito da produção e utilização dos biocombustíveis no Brasil. “A experiência brasileira é a mais longa e bem-sucedida do mundo, e não é por outro motivo que o país recebe dezenas de visitas por mês de todas as partes do mundo. É nítido o ganho de conhecimento que o mundo vem demonstrando a respeito do que temos hoje no Brasil, e isso pesa muito nas decisões que inúmeros países estão tomando ou planejam tomar a respeito da produção e uso de biocombustíveis,” completou Jank.
O presidente destacou a forte redução nas emissões de gases causadores de efeito estufa e as dezenas de milhões de toneladas em emissões de CO2 evitadas nos últimos 30 anos no Brasil com o uso do etanol. E citou as oportunidades para países em desenvolvimento que o etanol e o biodiesel podem representar: autonomia energética com baixos investimentos, geração de empregos e de renda, apoio à agricultura familiar e redução nas importações ao mesmo tempo que excedentes exportáveis são produzidos.
Lula frisou que a experiência brasileira de mais de três décadas também mostra que a produção de biocombustíveis não afeta a segurança alimentar, lembrando que a cana destinada à produção de etanol ocupa apenas 1% das terras agricultáveis brasileiras e que a fome no mundo não decorre da falta de alimentos e sim da falta de renda que afeta quase um bilhão de pessoas.
Afirmando que é plenamente possível combinar biocombustíveis, preservação ambiental e produção de alimentos, Lula garantiu que no Brasil, todas as garantias sociais e ambientais serão dadas à produção do etanol e do biodiesel. Um dos instrumentos que ajudará esse esforço, segundo o presidente, é o Zoneamento Agroecológico do país que deverá ser anunciado em breve, definindo quais as áreas agricultáveis que podem ser destinadas à produção de biocombustíveis.
Ao concluir, Lula avisou que os biocombustíveis brasileiros estarão presentes no mercado mundial com um selo que garanta suas qualidades sócio-laborais e ambientais, lembrando que “a sustentabilidade do desenvolvimento não é apenas uma questão ambiental; é também um desafio social.” O presidente aproveitou para citar a conferência internacional sobre biocombustíveis que o governo vai realizar em São Paulo em novembro, “lançando as bases de uma ampla cooperação mundial no setor. Faço aqui um convite a todos os países para que participem,” completou.
Para o presidente da UNICA Marcos Sawaya Jank, que acompanhou o discurso de Lula em Washington, o presidente acertou ao reforçar os pontos mais importantes que devem sempre ser destacados a respeito da produção e utilização dos biocombustíveis no Brasil. “A experiência brasileira é a mais longa e bem-sucedida do mundo, e não é por outro motivo que o país recebe dezenas de visitas por mês de todas as partes do mundo. É nítido o ganho de conhecimento que o mundo vem demonstrando a respeito do que temos hoje no Brasil, e isso pesa muito nas decisões que inúmeros países estão tomando ou planejam tomar a respeito da produção e uso de biocombustíveis,” completou Jank.