Representantes do Greenpeace e do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais (FBOMS) estiveram hoje com o presidente Lula, para propor ao governo federal um aumento da participação das energias renováveis na matriz energética brasileira. Na ocasião, o Greenpeace entregou ao presidente da República o primeiro exemplar do dossiê ’Energia Positiva para o Brasil’, produzido com a colaboração de 13 especialistas brasileiros nas diferentes fontes renováveis de eletricidade e combustíveis. Contendo 76 páginas, o estudo traça um perfil do setor das energias renováveis no País, descrevendo as diversas tecnologias disponíveis, seu grau de desenvolvimento no Brasil e seu potencial de utilização por aqui.
’Preocupados com a sustentabilidade de nossa matriz energética, procuramos dar respostas sociais, econômicas e ambientais para a questão da diversificação e aumento da oferta de energia. Pedimos aos especialistas que abordassem aspectos como o número de empregos que podem ser gerados pela energias renováveis, o volume de recursos que precisam ser investidos nesse setor, a capacidade de movimentação da nossa economia que essas fontes podem provocar, o tamanho potencial do mercado de exportação de nossos produtos e tecnologias na área’, disse Gladis Éboli, diretora de Comunicação do Greenpeace.
O dossiê foi dividido em nove capítulos e aborda as energias eólica (dos ventos), solar (fotovoltaica, que transforma a luz do Sol em eletricidade) e de biomassa (dos biocombustíveis, como o álcool ou o biodiesel, ao biogás, de lixo ou de estrume). Atenção especial foi dada, também, aos aspectos de eficiência energética e conservação de eletricidade e combustíveis.
O dossiê ’Energia Positiva para o Brasil’ é parte da expedição que o Greenpeace está promovendo por 21 Estados para a promoção das energias renováveis.
’Preocupados com a sustentabilidade de nossa matriz energética, procuramos dar respostas sociais, econômicas e ambientais para a questão da diversificação e aumento da oferta de energia. Pedimos aos especialistas que abordassem aspectos como o número de empregos que podem ser gerados pela energias renováveis, o volume de recursos que precisam ser investidos nesse setor, a capacidade de movimentação da nossa economia que essas fontes podem provocar, o tamanho potencial do mercado de exportação de nossos produtos e tecnologias na área’, disse Gladis Éboli, diretora de Comunicação do Greenpeace.
O dossiê foi dividido em nove capítulos e aborda as energias eólica (dos ventos), solar (fotovoltaica, que transforma a luz do Sol em eletricidade) e de biomassa (dos biocombustíveis, como o álcool ou o biodiesel, ao biogás, de lixo ou de estrume). Atenção especial foi dada, também, aos aspectos de eficiência energética e conservação de eletricidade e combustíveis.
O dossiê ’Energia Positiva para o Brasil’ é parte da expedição que o Greenpeace está promovendo por 21 Estados para a promoção das energias renováveis.