A área a ser cultivada com mamona no Rio Grande do Sul para a produção de biodiesel deverá diminuir 80% em 2008, por conta da frustração dos agricultores.
O setor projetava rendimento de 2 mil quilos por hectare neste ano, mas obteve de 400 a 600 kg/ha, além de enfrentar dificuldades no uso de equipamentos para debulha, por causa do clima úmido, e de carência de mão-de-obra para a colheita. Os problemas foram apontados, ontem, em reunião dos 12 comitês gestores da Fetag. 'Para reverter esse quadro, o que poderá levar até três anos, é preciso pesquisa eficiente para ter variedade da oleaginosa adequada ao RS', frisou o diretor da Fetag, Nestor Bonfanti.
Ele disse que, por ser uma cultura nova, não há referência sobre doenças, por exemplo. 'Da parte das empresas, faltou assistência técnica e logística para a distribuição de sementes', observou. Segundo o dirigente, os resultados do girassol e de canola também não corresponderam à expectativa.
Correio do Povo - RS
O setor projetava rendimento de 2 mil quilos por hectare neste ano, mas obteve de 400 a 600 kg/ha, além de enfrentar dificuldades no uso de equipamentos para debulha, por causa do clima úmido, e de carência de mão-de-obra para a colheita. Os problemas foram apontados, ontem, em reunião dos 12 comitês gestores da Fetag. 'Para reverter esse quadro, o que poderá levar até três anos, é preciso pesquisa eficiente para ter variedade da oleaginosa adequada ao RS', frisou o diretor da Fetag, Nestor Bonfanti.
Ele disse que, por ser uma cultura nova, não há referência sobre doenças, por exemplo. 'Da parte das empresas, faltou assistência técnica e logística para a distribuição de sementes', observou. Segundo o dirigente, os resultados do girassol e de canola também não corresponderam à expectativa.
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