A Argentina planeja elevar a exigência mínima da mistura de biocombustíveis na gasolina e no diesel de 5% para 7%, com possibilidade de chegar a 10%. A presidente Cristina Kirchner afirmou nesta quarta, dia 30, ter pedido ao secretário de Energia para aumentar a porcentagem a 7% e está considerando uma meta ainda maior.
No entanto, os postos de combustível argentinos têm demorado para seguir as exigências, mesmo nas condições atuais. O governo admite que muitos não cumpriram o prazo de 1º de janeiro para aderir à mistura de 5%.
Um dos objetivos da mistura com mais biocombustíveis seria estimular o setor de óleo de soja argentino, que recentemente foi atingido pela interrupção das compras da China, o maior importador, em uma disputa comercial. Na Argentina, o biodiesel é feito principalmente de óleo de soja. A produção tem crescido bastante nos últimos anos para atender à forte demanda, tanto local quanto externa, especialmente na Europa.
As informações são da Dow Jones.
No entanto, os postos de combustível argentinos têm demorado para seguir as exigências, mesmo nas condições atuais. O governo admite que muitos não cumpriram o prazo de 1º de janeiro para aderir à mistura de 5%.
Um dos objetivos da mistura com mais biocombustíveis seria estimular o setor de óleo de soja argentino, que recentemente foi atingido pela interrupção das compras da China, o maior importador, em uma disputa comercial. Na Argentina, o biodiesel é feito principalmente de óleo de soja. A produção tem crescido bastante nos últimos anos para atender à forte demanda, tanto local quanto externa, especialmente na Europa.
As informações são da Dow Jones.
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