Com investimentos iniciais de R$ 12 milhões, o Vale do Aço mineiro deverá ser a segunda região no estado a produzir biodiesel em escala elevada, a partir do óleo da mamona. Do total dos recursos, R$ 10 milhões serão aplicados na construção de uma usina que será instalada em Ipatinga e que deverá iniciar suas operações em março. Os outros R$ 2 milhões serão investidos em uma outra usina que será construída no município de Mantena. As licitações para as obras vão começar em janeiro. Hoje, em Minas Gerais, existe apenas um fabricante de biodiesel, no município de Cássia.
O desenvolvimento dos projetos para a produção de biodiesel, em Minas, será calcado no Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB), que consiste em plantar a mamona em regime de agricultura familiar.
Segundo o prefeito de Periquito, município da região leste do estado, Nereu Nunes Pereira, e também presidente da Associação de Municípios pelo Desenvolvimento Integrado (Amdi), a cultura feita no sistema familiar elimina até 70% dos impostos federais incidentes no produto final. “Além disso, temos a garantia de que a Petrobras vai adquirir toda a produção. Por isso, estamos incentivando as famílias da região a cultivarem mamona.”
Além de estimular o cultivo da mamona, os prefeitos esperam atrair empresas para a região. Tanto que, ainda em janeiro, uma comitiva irá se reunir com dirigentes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com o objetivo de negociar linhas de crédito. O presidente da Amdi não quer adiantar o nome das possíveis empresas, mas garante que as negociações estão acontecendo. “Nossa intenção é fazer da região um pólo de fabricação de biodiesel. Estamos conversando com investidores e incentivando o plantio, pois temos de atingir elevada escala para abastecer as usinas que pretendem se instalar no nosso entorno”, explica Pereira.
O desenvolvimento dos projetos para a produção de biodiesel, em Minas, será calcado no Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB), que consiste em plantar a mamona em regime de agricultura familiar.
Segundo o prefeito de Periquito, município da região leste do estado, Nereu Nunes Pereira, e também presidente da Associação de Municípios pelo Desenvolvimento Integrado (Amdi), a cultura feita no sistema familiar elimina até 70% dos impostos federais incidentes no produto final. “Além disso, temos a garantia de que a Petrobras vai adquirir toda a produção. Por isso, estamos incentivando as famílias da região a cultivarem mamona.”
Além de estimular o cultivo da mamona, os prefeitos esperam atrair empresas para a região. Tanto que, ainda em janeiro, uma comitiva irá se reunir com dirigentes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com o objetivo de negociar linhas de crédito. O presidente da Amdi não quer adiantar o nome das possíveis empresas, mas garante que as negociações estão acontecendo. “Nossa intenção é fazer da região um pólo de fabricação de biodiesel. Estamos conversando com investidores e incentivando o plantio, pois temos de atingir elevada escala para abastecer as usinas que pretendem se instalar no nosso entorno”, explica Pereira.