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Transporte é vilão em gastos brutos

Os custos com transportes vêm se configurando como os mais “pesados” no montante geral anual do PIM (Pólo Industrial de Manaus). Com a alta de mais de 100% (média de 118% com gastos na bomba) nessa área em seis anos, os valores gastos também elevaram.
Jornal do Commercio - Manaus 2 min de leitura
Os custos com transportes vêm se configurando como os mais “pesados” no montante geral anual do PIM (Pólo Industrial de Manaus). Com a alta de mais de 100% (média de 118% com gastos na bomba) nessa área em seis anos, os valores gastos também elevaram.

As indústrias em geral, os empresários e como não seria diferente os consumidores como um todo são os mais prejudicados na queda-de-braço que ocorre no setor petrolífero. O Brasil, como não possui sustentação produtiva, tem de viver em constante sobressalto, refém das políticas estrangeiras que forçam a subida nos preços do petróleo, e conseqüentemente da gasolina, do álcool e do diesel.

Nesse contexto de pressão internacional, o que ocorre é que, como sempre, quem paga o preço pela alta são os consumidores, que já vivem sobretaxados com a torrente iníqua de impostos e tributos federais, estaduais e municipais. No mais, como a questão da sustentabilidade petrolífera brasileira está longe de ser alcançada, o mais sensato seria a realização de investimentos no biodiesel, na biomassa e em geração de energia de modo alternativo. Só que, de forma adversa, o governo não tem atentado para o problema, ainda preocupante.

"Temos que reconhecer que o câmbio está num patamar que desestimula um vigor maior do esforço exportador."

Guido Mantega, presidente do BNDES, ao defender as exportações brasileiras
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